4) O Carrinho Invertido

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir o que é uma Caixa de Marchar e sua transmissão; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Inferir e Debater sobre o funcionamento de engrenagens e transmissões em carros convencionais movidos à combustão; 

Ao Nível de Aplicação: Montar e Operar um Carrinho Engenhoso com seus processos de transmissão; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse projeto pode ser conectado com um Plano de Aula de Ciências sobre “Carros e Energias Alternativas“. Clique-aqui para visualizá-lo.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando para os alunos se eles sabem como um carro de movimenta. Ao responderem “com motor” ou algo similar, complemente a pergunta de “Mas como ele controla a velocidade?”. Leve as respostas em torno das marchas, ou caixa de marchas, que é o nosso objetivo.

Discuta com a turma:

  • Por que precisamos de marchas no carro?
  • Como funcionam as caixas de marchas?
  • Como funciona a ré na caixa de marchas?

Explique superficialmente que uma caixa de marchas de um automóvel serve para dividir a rotação do motor, assim controlamos a “força” do motor e sua velocidade. Ela funciona com uma série de engrenagens muito bem ajustadas. No caso da marcha atrás/ré, ela funciona também usa engrenagens “ao revés” para acionar a marcha ré.

Desafio

Tempo sugerido:  25 minutos

Orientações: Use as perguntas e respostas anteriores para desenhar no quadro um SQA (O que sabemos? O que queremos saber? Como podemos aprender?), em três quadrantes. Instigue os alunos a lhe ajudarem a definir o que já se sabe sobre caixas de marchas e o que gostaríamos de saber, por exemplo:

O que já sabemos?

  • A caixa de marchas ajuda o carro a se movimentar
  • A caixa de marchas controla a força e velocidade a se movimentar
  • Ou algo mais elementar sobre o assunto

O que queremos saber?

  • Como as caixas de marchas funcionam?
  • Quando elas foram inventadas?
  • Como funciona a ré no carro?
  • Quando as caixas automáticas foram inventadas?
  • Como as caixas automáticas funcionam?
  • Onde mais existem caixas de marchas no mundo?

Como podemos aprender?

  • Pesquisando sobre o assunto

Divida os alunos em grupos de 3-4 alunos. A missão de cada grupo será pesquisar e conseguir responder uma das perguntas do “O que queremos saber?”. Diga que eles terão um tempo limitador (por ex.: 15 minutos no máximo) para pesquisar sobre o assunto e responder. Instrua-os a desenhar em uma folha/cartolina, a resposta. Ao final, peça para que cada grupo apresente sua resposta para o restante da turma.

Note que nossa intenção não é que eles consigam explicar detalhadamente o funcionamento da caixa de marchas ou nenhuma das outras questões, mas sim que eles sejam capazes de explicar simplificadamente cada questão. Se possível, eles podem apresentar vídeos de animações (disponíveis no Youtube), para explicar sobre o funcionamento da caixa de marchas e transmissão.

Materiais Necessários: Lápis/caneta, 1 folha ou cartolina (1 por grupo).

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

Antes da aula, reveja o vídeo acima de montagem, e as instruções impressas também junto aos projetos. É importante ter todos os passos memorizados, e já se antecipar a possíveis dificuldades que os grupos terão ao decorrer da montagem.

Comente com os alunos que hoje iremos construir o nosso próprio carrinho com marchas (frente e ré) “O Carrinho Invertido” (e vamos descobrir porque ele é invertido daqui a pouco). Diga que será a oportunidade de colocar a mão na massa, e construir nosso próprio protótipo da tecnologia. Lembre as crianças da importância de se aprender fazendo e construindo projetos.

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para que tirem todos os itens das caixinhas, e coloque sobre a mesa de trabalho. Aproveite este momento para estimular a curiosidade das crianças, passando peça por peça, e perguntando a eles se têm ideia o que cada uma é, e onde irá se encaixar no projeto. Após analisar todas as peças, peça para eles tentarem montar, da própria cabeça, como ficaria a máquina.

Você irá reparar que eles terão dificuldade, em sua maioria, para imaginar como seria a máquina, sem a instruções. Aproveite para comentar como é importante a gente sempre seguir instruções precisamente, e é assim que robôs e computadores “pensam”, eles seguem muito bem instruções. Neste momento oriente-os a abrirem o manual de instruções, e começarem a seguir o passo a passo até completarem.

Discuta com a turma:

  • Onde estaria a caixa de marchas do carrinho?
  • Como a força do motor está sendo transmitida para as rodas?
  • Como acionamos a ré nele?
  • Por que a ré é acionada ao mudarmos a engrenagem dele?

Comente que veículos precisam de uma transmissão por causa das rotações do motor. Imagine uma criança brincando de bicicleta. Ao empregar uma determinada força nos pedais a corrente transfere essa força para rodas e assim a bicicleta ganha movimento. Esse é o princípio de funcionamento de uma transmissão de automóvel.

Dicas: Evite passar o vídeo instrucional, ele é para uso do professor. A ideia é estimular os alunos, em grupo, acharem a solução de montagem sozinhos e com o passo a passo. No momento da montagem passe de mesa em mesa, tirando dúvidas. Abuse de feedbacks positivos a cada parte do projeto montado, para estimular os alunos. Caso tenha problemas de relacionamentos em algum grupo, oriente que cada um no grupo pode ter uma função específica (por exemplo: ler as instruções, pegar as peças, montar, parafusar, colorir..)

Materiais Necessários: Chaves de fenda, lápis de cor, canetinhas, tintas e etc.

Sistematização

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. 

Explique que a transmissão do veículo se divide em três partes basicamente: o motor, a embreagem e o câmbio (caixa de marchas). O motor começa a rodar sua engrenagens assim que o carro é ligado, a embreagem quando é acionada ajuda a “encaixar” as engrenagens do câmbio ao motor. Assim, conseguimos controlar a velocidade e força do motor a serem entregues nas rodas do carro.

Os veículos precisam de uma transmissão por causa das rotações do motor. Essas rotações possuem um limite, representadas por uma faixa de giros em que se atinge o máximo de potência e torque. Se passar desse limite o motor poderia explodir, assim a transmissão permite que as rotações e em conseqüência a velocidade estejam em níveis abaixo desse limite. A transmissão permite que a relação entre o motor e as rodas motrizes mude à medida que a velocidade do carro aumenta ou diminui.

Finalize a aula dizendo que esse processo de transmissão com embreagens, câmbios e etc. é válido somente para carros a combustão. Os veículos elétricos não precisam de caixa de marchas (manuais ou automáticas), pode seu motor tem funcionamento diferente, o qual vamos explorar mais adiante.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap4/cap4intro.html

https://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap4/cap4-1.html

https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/funcionamento-motor-combustao-interna.htm

https://educacao.uol.com.br/disciplinas/quimica/quimica-do-automovel-1-combustao-da-gasolina-e-do-alcool.htm




3) O Aspirador – Aula de Ciências (Separação de Misturas)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir o que são técnicas de separação de misturas; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Organizar e Classificar diferentes tipos de separação; 

Ao Nível de Aplicação: Montar representações de separações com o projeto maker “O Aspirador”; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula dizendo que os resíduos domésticos podem ser separados em: materiais secos recicláveis, e resíduos orgânicos não recicláveis. Os materiais recicláveis podem ser coletados nas residências pela prestadora de serviço público de limpeza da cidade, cooperativas ou associações. Mas para que a reciclagem seja viável, ocorre a separação dos materiais recicláveis de acordo com o tipo de material: vidro, plástico, papelão, alumínio, baterias eletrônicas. 

Discuta com a turma:

  • Vocês separam o lixo em casa?
  • Como é feita a separação do lixo na sua casa?
  • Você sabe qual o nome do processo utilizado para fazer a separação do lixo?

Desafio

Tempo sugerido:  5 minutos

Orientações: Leia a questão disparadora. Deixe que os alunos compartilhem suas opiniões sobre o tema. Não se preocupe em responder a questão nesse momento, mas em estimulá-los a pensar. Dê exemplos de como a separação do lixo pode ser feita de maneira manual (ou mecanizada), magnética, por ventilação e etc.

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

O tempo total do Mão na Massa é de 30 minutos, sendo 2 minutos para leitura das instruções do jogo, 20 minutos para o jogo e 8 minutos para anotar a pontuação. Nesta aula os alunos, em equipe, irão participar do Jogo Stop – Separação de Misturas. Organize as equipes com cinco alunos, sugere-se que cada aluno fique responsável por um processo de separação de mistura. Cada equipe receberá: uma ficha com nomes e dicas dos processos de separação de mistura: catação, levigação, separação magnética e ventilação. Os demais materiais serão de uso comum e ficarão disponíveis em uma mesa central. Leia a folha de instruções do jogo com os alunos. Explique que nesta parte da aula eles irão participar da FASE 1, na qual eles devem representar os processos de separação de mistura descritos na ficha, utilizando os materiais disponíveis na mesa central, por exemplo, para representar o processo de separação magnética, eles devem pegar o imã. Atenção: para o processo de catação não são necessários materiais, pois os componentes da mistura podem ser separados utilizando as mãos, ou seja, para representar esse processo, os alunos podem só preparar a mistura. Lembre os alunos que eles devem ler a ficha e associar as descrições dos processos com os respectivos nomes: catação, levigação, separação magnética e ventilação. Além de representar os processos, os alunos devem preparar uma mistura para cada processo de separação indicado na ficha. Reforce com os alunos que as misturas devem ser correspondentes aos processos expostos na ficha, por exemplo, a mistura correspondente ao processo de catação pode conter grãos de feijão e grãos de milho. Após as explicações, mencione aos alunos o início da FASE 1 e ligue o cronômetro. Nesse momento, ande pela sala e observe as representações e as misturas, isso facilitará o seu trabalho na etapa posterior. Lembre os alunos que após a equipe finalizar as representações e os preparos das misturas, eles devem dizer “STOP”. Porém, se após o tempo de 20 minutos, nenhuma equipe falar STOP, você deve falar. Fique atento, após ser dito “STOP”, os alunos não podem mais representar os processos e nem preparar misturas. Explique aos alunos que você irá passar por cada grupo para atribuir os moedas correspondentes ao processo de separação de mistura conforme a pontuação do jogo. Para isso, você deve ter em mãos a folha de moedas da equipe impressa para anotar. Um membro do grupo deve estar na bancada para mencionar os nomes dos processos e explicar as representações de cada processo de separação de misturas feito pela equipe, nesse momento, eles podem realizar a separação das misturas. Anote as pontuações da equipe na folha de respostas, no campo representação dos processos. As misturas serão pontuadas durante a sistematização.

Dinâmica de Aula I)
– Leia a ficha com as descrições dos processos de separação de mistura: catação,
levigação, separação magnética e ventilação.
– Relacione o nome com a descrição dos processos de separação de mistura, para isso escreva os nomes dos processos na coluna “Nome dos processos de separação de mistura” da tabela presente na ficha.
– Ao sinal do professor, represente os processos de separação descritos na ficha,utilizando os materiais disponíveis na mesa central.
– Para cada processo de separação de mistura representado, prepare uma mistura na qual os componentes possam ser separados pelo processo.
– Fique atento à pontuação! Quanto mais processos de separação de mistura representados corretamente, maior a pontuação. Use a criatividade e prepare misturas diferentes.
– Ao finalizar as representações e o preparo das misturas, diga “STOP”. Após este comando, todas as outras equipes devem parar suas ações.
– Se após o tempo de 20 minutos do início da Fase 1, nenhuma equipe falar “STOP”, o professor irá dizer.
– Deixe na mesa da equipe as representações dos processos de separação de misturas e as misturas correspondentes a cada processo.
– O professor irá verificar as representações dos processos de separação de mistura de cada equipe. Um membro do grupo deve dizer os nomes dos processos e explicar como é realizada a separação. Durante a explicação, pode ser realizada a separação da mistura.
– O professor irá atribuir a pontuação de cada representação conforme as regras. A pontuação será anotada na folha de pontuação no campo “pontuação da representação”.

Dinâmica de Aula II)
– Conforme orientação do professor, mencione a mistura preparada no processo de catação. O professor fará algumas considerações sobre esse processo de separação de mistura e atribuirá a pontuação da mistura de cada equipe. A pontuação será anotada na folha de pontuação no campo “pontuação da mistura”.
– Verifique se o nome do processo de separação de mistura anotado na ficha está correto.
– O procedimento anterior será repetido para as misturas preparadas que correspondem aos processos de levigação, separação magnética, sifonação e ventilação.
– O professor irá somar as moedas finais de cada equipe. Vencerá a equipe com maior número de moedas.

Dica: Utilize o projeto maker criado pelos alunos “O Aspirador” para ajudar os grupos a representarem o processo de separação “Ventilação”. O projeto Aspirador pode ser utilizado mesmo como um aspirador, ou também (se forem invertidos os fios do motor) como ventilador. Caso tenha dificuldades nessa inversão de fios, peça para o instrutor maker ajuda nesta operação.

Pontuação:
● Representação do processo de separação de mistura corretos: 2 moeda.
● Representação do processo de separação de mistura incorreto: 0 moedas.
● Preparação da mistura que pode ter os componentes separados pelo
processo de separação indicado, caso a mistura seja diferente das demais
equipes: 2 moedas.
● Preparação da mistura que pode ter os componentes separados pelo
processo de separação indicado, caso a mistura for igual a uma das
equipes: 1 moedas.
● Preparação de mistura incorreta, ou seja, que os componentes não
podem ser separados pelo processo representado: 0 moedas.

Você pode imprimir as moedas clicando-aqui.

Materiais Necessários:

– Materiais disponíveis na mesa central

Recipientes plásticos de 500mL (copos plásticos, pote de sorvete, entre outros), areia, terra, pedrinhas, pedras maiores, água, óleo, tampinhas de plásticos, papel ou papelão, pregos de ferro, palha de aço, imãs, moedas, clipes, serragem, palito de madeira, grãos de feijão, grãos de milho (ou de pipoca), arroz, folhas secas, amendoim com casca, mangueira, sifão, canudinho de plástico ou tubo fino de vidro, pinça, peneiras (pode ser de tamanhos diferentes), seringas de plástico, tesoura e garrafa PET de 2L;

Sistematização

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. 

Na Fase 2 do jogo, peça para um aluno de cada equipe falar para a sala os componentes da mistura preparada, correspondente ao processo de separação de mistura catação. Durante as apresentações, verifique se a mistura está correta e pergunte para a turma se outra equipe preparou uma mistura igual. Caso a mistura preparada pelo grupo for diferente das misturas dos demais grupos, atribua 2 moedas para a equipe; caso a equipe tenha preparado uma mistura igual a de outra equipe, atribua 1 moedas. Se o grupo não preparou a mistura ou preparou uma mistura incorreta, o grupo não recebe ponto (zero ponto). A fim de verificar se os alunos fizeram a associação correta do nome do processo com a descrição da ficha, pergunte: “Qual das imagens da ficha corresponde ao processo de catação?”. Explique que a catação é um processo de separação de mistura de componentes sólidos, e que esse processo é utilizado na separação de materiais recicláveis, como mencionado no contexto, para que o processo de reciclagem aconteça os materiais devem ser separados de acordo com o tipo de material. Faça os mesmos procedimentos para as misturas correspondentes aos processos de levigação, separação magnética e ventilação. Em todos os casos, pergunte qual imagem da ficha corresponde ao processo apresentado pelos alunos. Explique, também, os demais processos: a levigação pode ser utilizada para separar areia e ouro, ao adicionar corrente de água na mistura a areia é levada pela corrente de água e o ouro não; a separação magnética é utilizada para separar pregos de ferro presentes na areia, utilizando um imã; a ventilação pode ser utilizada para separar as cascas dos grão, utilizando uma corrente de ar. Não se esqueça de verificar se eles fizeram as associações corretas dos nomes dos processos de separação de mistura presentes na ficha. Retome a questão disparadora: Como diferenciar os processos de separação de mistura heterogênea? Os alunos podem responder mencionando que uma mistura de água e pedra pode ser separada por levigação utilizando uma corrente de água ou por catação utilizando as mãos para pegar as pedras. 

Faça a soma das moedas. Finalize a aula informando a pontuação de cada equipe. A equipe vencedora é aquela que obteve o maior número de moedas.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://www.deboni.he.com.br/livro1_PREVIEW.pdf




3) O Aspirador

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir o que é um Pressão Atmosférica; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Inferir e Debater sobre a influência da pressão atmosférica em máquinas e nosso dia a dia; 

Ao Nível de Aplicação: Montar e Operar um Aspirador com hélice totalmente funcional; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse projeto pode ser conectado com um Plano de Aula de Ciências sobre “Separação de Misturas”. Clique-aqui para visualizá-lo.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando se eles sabem que nós vivemos dentro de um “Oceano” (de preferência mostrando a imagem acima). Instigue perguntando como seria esse oceano. Explique que na verdade nós vivemos no fundo de um oceano de ar. Existem partículas de ar em todos os lugares, e quanto mais próximo ao “chão”, mais delas existem. Da mesma maneira como a pressão da água é causada por seu próprio peso, a pressão atmosférica é causada pelo peso do próprio ar. Estamos tão adaptados ao ar totalmente invisível que não o sentimos e às vezes esquecemos que ele também tem peso. Talvez um peixe “se esqueça” do peso da água, da mesma maneira.

Discuta com a turma:

  • Onde tem mais pressão (no alpinista lá em cima, ou na alpinista aqui em baixo)? (Alpinista lá em baixo sofre mais pressão) 
  • Por que? (Lá em cima, a gravidade é menor, e as partículas ficam mais afastadas uma das outras, tornando o ar mais difícil de respirar, aqui em baixo é o contrário)

Desafio

Tempo sugerido:  25 minutos

Orientações: Faça grupos de 4-5 alunos. Distribua uma cópia da ficha de observação da experiência para cada aluno. Enquanto os alunos fazem a primeira parte do roteiro, distribua os materiais: um copo, um canudo para cada aluno e uma tesoura para cada grupo. A medida que você for entregando os copos, encha-os com o líquido bebível escolhido (água, suco, etc). Peça aos alunos para conferirem os materiais e diga que já podem seguir os próximos passos do roteiro. Avise o tempo que ainda resta para realizarem o experimento e responderem o roteiro: “vocês terão 8 minutos”, por exemplo. Ande pela sala verificando se as etapas do roteiro estão sendo seguidas.

Deixe que os alunos elaborem hipóteses acerca do ocorrido. Após isso, explique nesse movimento de entrada e saída de ar existe uma diferença de pressão. A pressão de fora do canudo é igual a pressão atmosférica e a pressão interna é menor, causando um efeito de sucção.

Na verdade, a gente não ‘puxa’ o líquido, a gente puxa o ar de dentro do canudo, o que diminui a pressão dentro do canudo. A pressão atmosférica fica maior na superfície do líquido do que dentro do canudo. Então o líquido é empurrado pela pressão atmosférica para dentro do canudo e da sua boca, que também está com uma pressão menor. Quando cortamos o canudo na parte que fica dentro do líquido, tudo funciona como descrito. Mas quando cortamos acima do nível do líquido, ao puxarmos o ar, a pressão do canudo não muda, pois ele continua cheio de ar. Nesse caso a pressão atmosférica não é forte o bastante para empurrar o líquido até sua boca”

Pergunte a eles se seria possível construir uma máquina que pudesse mudar a pressão do ambiente, e como ela seria.

Materiais Necessários: Lápis/caneta, ficha de observação (1 p/ aluno), Copinho descartável c/ um pouco de água (1 p/ aluno), Canudo de plásticos (1 p/ aluno), 1 tesoura sem ponta (1 p/ grupo).

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

Antes da aula, reveja o vídeo acima de montagem, e as instruções impressas também junto aos projetos. É importante ter todos os passos memorizados, e já se antecipar a possíveis dificuldades que os grupos terão ao decorrer da montagem.

Comente com os alunos que hoje iremos construir a nossa máquina que pode manipular a pressão, e apresente “O Aspirador“. Diga que será a oportunidade de colocar a mão na massa, e construir nosso próprio protótipo da tecnologia. Lembre as crianças da importância de se aprender fazendo e construindo projetos.

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para que tirem todos os itens das caixinhas, e coloque sobre a mesa de trabalho. Aproveite este momento para estimular a curiosidade das crianças, passando peça por peça, e perguntando a eles se têm ideia o que cada uma é, e onde irá se encaixar no projeto. Após analisar todas as peças, peça para eles tentarem montar, da própria cabeça, como ficaria a máquina.

Você irá reparar que eles terão dificuldade, em sua maioria, para imaginar como seria a máquina, sem a instruções. Aproveite para comentar como é importante a gente sempre seguir instruções precisamente, e é assim que robôs e computadores “pensam”, eles seguem muito bem instruções. Neste momento oriente-os a abrirem o manual de instruções, e começarem a seguir o passo a passo até completarem.

Discuta com a turma:

  • Como o Aspirador manipula a Pressão?
  • Como ele é diferente ou igual ao canudo? (a diferença é que o aspirador usa a hélice para criar a diferença de pressão e o canudo usa a nossa boca)

Comente que a “bomba” de um aspirador de pó é simplesmente um ventilador de alta rotação. A hélice é o aparato mais comum dos sistemas propulsivos existentes, e em geral, o mais eficiente. Ele deve ser corretamente projetado de maneira que traga a maior eficiência possível ao sistema. Assim como no canudinho, nesse movimento de entrada e saída de ar existe uma diferença de pressão. A pressão de fora do aparelho é igual a pressão atmosférica e a pressão interna é menor, causando um efeito de sucção.

O aspirador de pó possui um ventilador potente. Quando você liga o aspirador de pó, tem um ventilador que força o ar dentro do aparelho a sair por uma porta de saída. Você já pode ter reparado que tem uma parte, geralmente atrás do eletrodoméstico, em que sai um arzinho.

Só que, ao empurrar o ar pra fora pela porta de saída, ele acaba puxando mais ar pela única parte em que ele pode entrar: o cano! Só que a sujeira vai entrar junto e você vai fazer sua limpeza assim.

Existem vários modelos de hélices que variam no formato, nos perfis aerodinâmicos usados, no número de pás, etc. Acoplados ao motor são o sistema que produz a força necessária para realizar o movimento.

Os motores fazem as hélices girar, mas existem outros movimentos giratórios no nosso cotidiano, como por exemplo a máquina de lavar.

Ao final, não deixe os alunos terminarem sem customizarem seus projetos. Peça para que levem canetinhas, lápis de cor e outros itens. Estimule eles a desmontarem, colorir/pintar o projeto, e remontá-lo.

Dicas: Evite passar o vídeo instrucional, ele é para uso do professor. A ideia é estimular os alunos, em grupo, acharem a solução de montagem sozinhos e com o passo a passo. No momento da montagem passe de mesa em mesa, tirando dúvidas. Abuse de feedbacks positivos a cada parte do projeto montado, para estimular os alunos. Caso tenha problemas de relacionamentos em algum grupo, oriente que cada um no grupo pode ter uma função específica (por exemplo: ler as instruções, pegar as peças, montar, parafusar, colorir..)

Materiais Necessários: Chaves de fenda, lápis de cor, canetinhas, tintas e etc.

Sistematização

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. 

Lembre o conceito de pressão atmosférica:  Entre os vários elementos do tempo (pressão, temperatura, umidade, precipitação, ventos,…) a pressão é a menos perceptível fisicamente. Mas simplificando para os alunos, ela é basicamente a pressão que as moléculas do ar exercem sobre nós e outros objetos. 

Nós podemos construir máquinas que tentam “manipular” a pressão, para inspirar ou expirar coisas (como o nosso pulmão!):

Inspiração = menor pressão interna o ar entra;

Expiração = maior pressão interna o ar sai.

Um exemplo curioso dessa dinâmica é a experiência do ovo na garrafa, como no vídeo abaixo:

Finalize a aula dizendo que outro efeito da variação na pressão atmosférica é na temperatura de fusão e vaporização das substâncias, como a água, por exemplo, que ferve a 100oC ao nível do mar e a 72oC no monte Everest. Isso acontece porque, com menos pressão para forçar as moléculas a ficarem juntas, fica mais fácil separá-las para se tornarem gás.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap4/cap4intro.html

https://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap4/cap4-1.html

http://petdocs.ufc.br/index_artigo_id_501_desc_Pneumologia_pagina__subtopico_46_busca_

http://www.if.ufrgs.br/cref/amees/atmo.html




2) Máquina de Perguntas e Respostas – Aula de Ciências (Ciências Game Show)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Identificar e Listar o conhecimentos aprendidos na área de Ciências; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Propor questões e respostas para o seu grupo sobre Ciências e seus conteúdos; 

Ao Nível de Aplicação: Solucionar questões em grupo sobre Ciências e afins; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando se os alunos se lembram do programa “Quem quer ser um Milionário”. Construa um cenário que favoreça um diálogo na sala de aula para que os alunos possam falar se já ouviram falar ou não, e o que sabem a respeito. Instigue os alunos perguntando se eles gostam de jogos e game shows, como era o programa.

Explique que os jogos de perguntas e respostas (ou quiz) ficaram famosos nos estados unidos depois da segunda guerra mundial. Esses programas começaram no rádio, e fizeram um grande sucesso no país. aliás, o maior programa do mundo é ainda feito por rádio até hoje. Após isso, os jogos de perguntas e resposta foram para a televisão e ficam ainda mais famosos!

Desafio

Tempo sugerido:  10 minutos

Orientações: Diga que os melhores jogadores de quiz sempre são pessoas curiosas, que querem aprender mais. Não importa se o tema é esportes ou ciências, bons jogadores sempre estão dispostos a saber tudo sobre tudo!

Dinâmica I) Game Show Rápido:

Apresente algumas perguntas divertidas para colocar os alunos no clima de Game Show. Você pode ler as perguntas, projetá-las ou escrever no quadro, o importante neste momento é começar a engajar os aluno. Leia cada uma e peça que eles respondam em voz alta, qual seria a alternativa correta.

1) Um urso gosta de comer frutos, mas também se alimenta de peixes, qual tipo de animal ele é?

a) herbívoro B) onívoro C) insetívoro D) carnívoro

2) Qual dos filmes ganhou mais oscars?

A) Ben-hur B) titanic C) senhor dos anéis: a sociedade do anel D) a lista de schindler

3) até 2019, o brasil teve quantos presidentes?

A) 35 B) 28 C) 38 D) 48

4) Quantos jogadores tem um time de handball em quadra?

A) 7 B) 9 C) 6 D) 5

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Diga que agora chegou a hora de agente criar nosso próprio Game Show, e ele será focado nos nossos aprendizados de Ciências nesse ano. Divida os alunos em grupos de 3 ou 4 crianças (de preferência o mesmo que montou a Máquina de Perguntas e Respostas). Distribua as fichas de perguntas e respostas para cada grupo (disponível aqui). Peça para cada grupo elaborar 4 perguntas e respostas sobre o conteúdo de ciência estudado até agora. Lembre-os para deixar assinalado a resposta no verso da ficha, de maneira contida.

Nós deixamos aqui a liberdade para o professor escolher o conteúdo que ele acredita ser o mais adequado para a elaboração de perguntas e respostas.

Explique como funcionará a dinâmica do game show:

Explique que metade do grupo irá ficar com uma Máquina de Perguntas e Respostas em sua mesa, recebendo alunos dos outros grupos, trocando as fichas e a programação da máquina, a cada nova ficha (pergunta) colocada nela. A cada resposta certa, o grupo que está respondendo ganha 1 moeda (disponível aqui para impressão). Cada grupo que está respondendo vai girando na sala, para outras máquinas, até se esgotarem as perguntas.

Os grupos que tiverem mais moedas ao final, pode ser declarado o vencedor.

Materiais Necessários: Lápis/Caneta, Fichas de Perguntas e Respostas, Moedas para Impressão, Máquinas de Perguntas e Respostas (Quiz).

Sistematização

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. Pergunte se gostaram de ter seus conhecimentos testados na forma de um game show. Caso seja possível, dê uma premiação para o grupo(s) vencedor(es).

Finalize a aula agradecendo a participação e esforço de todos e, lembrando que a gente também pode aprender e se testar de maneira divertida.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




2) Máquina de Perguntas e Respostas

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir o que é um circuito elétrico; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Classificar vários tipos de componentes e elementos dentro de um circuito elétrico; 

Ao Nível de Aplicação: Montar e Operar uma Máquina de Perguntas e Respostas utilizando um circuito elétrico em série; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse projeto pode ser conectado com um Plano de Aula de Ciências sobre “Ciências Game Show”. Clique-aqui para visualizá-lo.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula mostrando a imagem acima para os alunos (pode ser impressa também). Construa um cenário que favoreça um diálogo na sala de aula para que os alunos possam reconhecer a análise das imagens.

Essa conversa inicial é discutir o significado da palavra circuito, deve ser conduzida a partir da interpretação das imagens e das questões.

Discuta com a turma:

  • Qual a semelhança nessas imagens? (Apresenta um circuito de atletismo e um circuito de corrida) (Os dois circuitos têm uma trajetória percorrida entre um ponto a outro, normalmente tendo como objetivo final o ponto de partida.) (Os circuitos possuem uma trajetória de corrida fechada.)
  • Quais os componentes desses circuitos? (O professor deve observar as imagens e elencá-los com os alunos)

Explique que o Circuito elétrico é um circuito fechado, que conduz eletricidade. Ele começa e termina no mesmo ponto e é formado por vários elementos que se ligam e, assim, tornam possível a passagem da corrente elétrica.

Desafio

Tempo sugerido:  25 minutos

Orientações: Diga que agora nós vamos aprender um pouco mais sobre circuitos elétricos fechados. Comente que circuitos como esses permitem a utilização da energia elétrica em quase tudo ao nosso redor, pois é através de circuitos que podemos “controlar” a eletricidade a ligar/desligar e ir a lugares que precisamos dela.

Mostre para os alunos a imagem acima (pode ser impressa também), e comente que esse é um exemplo de circuito elétrico simples (e fechado). Conceitue para os alunos que cada elemento do nosso circuito tem uma função e nome: A pilha é a nossa “Fonte” (tem como objetivo fornecer energia), os fios são os nossos “Condutores” (tem como objetivo conduzir a energia elétrica), a lâmpada é o nosso “Resistor” (é tudo aquilo que precisa de energia para funcionar), e a chave de liga/desligar é o nosso “Interruptor” (tem como objetivo deixar passar ou não a corrente elétrica).

Diga que agora vamos aprender a classificar os circuitos elétricos.

Dinâmica I) Vamos Classificar os Componentes?

Distribua aos alunos uma ficha de circuitos elétricos para cada um. Instrua-os a analisar cada imagem de suas fichas, circular cada componente que eles reconhecem e escrever o seu nome. Por exemplo, circular uma lâmpada, e escrever ao lado “Resistor”, ou circular um fio e escrever ao lado “condutor”. O objetivo é criar agilidade no olhar dos alunos para analisar circuitos em outras situações.

Provavelmente algumas imagens irão gerar dúvida (por exemplo a bateria diretamente ligada ao LED, nesse caso explicar que as “perninhas” do LED são as condutoras”). Passe de mesa em mesa para acompanhar a elaboração da atividade.

Dinâmica II) Vamos Desenhar os Circuitos Elétricos?

Explique que no mundo real, quando nós queremos construir um circuito, seja ele para a instalação elétrica de uma casa ou para montar um celular, nós precisamos saber desenhar de maneira simples os circuitos que queremos colocar em prática. Pois é assim, que outras pessoas poderão ler o nosso desenho e colocar em prática de maneira mais simples possível. Os cientistas descobriram que criando símbolos “padrões” nós podemos criar desenhos que qualquer um pode entender depois. Por exemplo (mostrar imagem) acima, esses símbolos que correspondem a esses componentes.

Mostre na imagem como um circuito está representado pelo desenho, para eles entendem o que se esperar ser feito na atividade.

Distribua agora as fichas dos desenhos de circuitos, e peça para que eles analisem novamente cada imagem, e tentem desenhar ao lado como seria o desenho do circuito de cada um.

Materiais Necessários: Lápis/caneta, ficha de circuitos elétricos (1 p/ aluno), fichas dos desenhos de circuitos (1 p/ aluno).

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

Antes da aula, reveja o vídeo acima de montagem, e as instruções impressas também junto aos projetos. É importante ter todos os passos memorizados, e já se antecipar a possíveis dificuldades que os grupos terão ao decorrer da montagem.

Comente com os alunos que hoje iremos construir nosso próprio circuito elétrico, mas ele terá um objetivo muito mais divertido. Apresente aos alunos o projeto que será construído “Máquina de Perguntas e Respostas (Quiz)“. Diga que será a oportunidade de colocar a mão na massa, e construir nosso próprio protótipo da tecnologia. Lembre as crianças da importância de se aprender fazendo e construindo projetos.

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para que tirem todos os itens das caixinhas, e coloque sobre a mesa de trabalho. Aproveite este momento para estimular a curiosidade das crianças, passando peça por peça, e perguntando a eles se têm ideia o que cada uma é, e onde irá se encaixar no projeto. Após analisar todas as peças, peça para eles tentarem montar, da própria cabeça, como ficaria a máquina.

Você irá reparar que eles terão dificuldade, em sua maioria, para imaginar como seria a máquina, sem a instruções. Aproveite para comentar como é importante a gente sempre seguir instruções precisamente, e é assim que robôs e computadores “pensam”, eles seguem muito bem instruções. Neste momento oriente-os a abrirem o manual de instruções, e começarem a seguir o passo a passo até completarem.

Discuta com a turma:

  • Qual é o circuito elétrico da nossa Máquina?
  • Quais são os componentes desse circuito?

O objetivo é eles perceberem na prática, de maneira divertida, como um circuito elétrico pode ser coloca em prática para um objetivo lúdico.

Peça para que eles escrevam as perguntas e respostas para brincar um com os outros. Caso tenha tempo, montar um pequeno “Game Show” de Perguntas e Respostas é uma boa estratégia para engajar os alunos.

Ao final, não deixe os alunos terminarem sem customizarem seus projetos. Peça para que levem canetinhas, lápis de cor e outros itens. Estimule eles a desmontarem, colorir/pintar o projeto, e remontá-lo.

Dicas: Evite passar o vídeo instrucional, ele é para uso do professor. A ideia é estimular os alunos, em grupo, acharem a solução de montagem sozinhos e com o passo a passo. No momento da montagem passe de mesa em mesa, tirando dúvidas. Abuse de feedbacks positivos a cada parte do projeto montado, para estimular os alunos. Caso tenha problemas de relacionamentos em algum grupo, oriente que cada um no grupo pode ter uma função específica (por exemplo: ler as instruções, pegar as peças, montar, parafusar, colorir..)

Materiais Necessários: Chaves de fenda, lápis de cor, canetinhas, tintas e etc.

Sistematização

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. 

Lembre que qualquer caminho por onde os elétrons possam fluir é chamado de um circuito elétrico. Para um fluxo contínuo de elétrons, deve haver um circuito elétrico sem interrupções. Uma chave elétrica, que pode ser ligada e desligada para estabelecer ou cortar o fornecimento de energia, é geralmente usada para implementar interrupções no circuito.

A maior parte dos circuitos possui mais do que um dispositivo que recebe energia elétrica. Esses dispositivos em geral são conectados a um circuito de uma entre duas maneiras possíveis, ou em série ou em paralelo.

Quando conectados em série, eles formam um único caminho para o fluxo de elétrons entre os terminais da bateria ou da tomada da parede (que constitui simplesmente uma extensão desses terminais).

Finalize a aula dizendo que os circuitos elétricos estão em todos os lugares, desde quando a gente acendo uma luz em nossas casas até em satélites espaciais.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

JúNIOR, Joab Silas da Silva. “O que é corrente elétrica?”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-e-corrente-eletrica.htm. Acesso em 04 de junho de 2020.

SILVA, Domiciano Correa Marques da. “Circuito Simples”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/circuito-simples.htm. Acesso em 04 de junho de 2020.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

 “Corrente Elétrica” em Só Física. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2020. Consultado em 04/06/2020 às 09:56. Disponível na Internet em http://www.sofisica.com.br/conteudos/Eletromagnetismo/Eletrodinamica/corrente.php

https://www.todamateria.com.br/circuito-eletrico/




1) Meu Primeiro Robô – Aula de Matemática (Geometria e Simetria)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Identificar e Comparar diferentes tipos de simetrias e assimetrias no dia a dia; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Classificar vários tipos de simetrias de acordo com figuras; 

Ao Nível de Aplicação: Ilustrar e Esboçar um desenho técnico do “Meu Primeiro Robô”; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF06MA21 – Construir figuras planas semelhantes em situações de ampliação e de redução, com o uso de malhas quadriculadas, plano cartesiano ou tecnologias digitais.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula mostrando a imagem acima (virtualmente ou impressa) perguntando aos alunos em qual avião eles teriam coragem de voar. É muito provável que respondam o avião “de baixo” ou o avião simétrico.

Discuta com a turma:

  • Por que vocês acham o avião de baixo melhor?
  • Por que ele parece ser mais confiável?
  • Será que o avião de cima consegue voar?
  • Por que o avião de baixo tem mais chances de voar?

Explique que o avião de baixo para ser mais confiável pois ele é simétrico. A simetria é definida como tudo aquilo que pode ser dividido em partes, sendo que todas as partes devem coincidir perfeitamente quando sobrepostas. A simetria está presente em toda a parte, seja na natureza, nas artes ou na matemática. 

Para saber mais:

Assista esse vídeo para saber um pouco mais sobre como explicar o conceito de Simetria (Clique-aqui).

Desafio

Tempo sugerido:  15 minutos

Orientações: Mostre aos alunos a primeira imagem acima e conceitue o que é simetria e assimetria. Apresente os três grupos utilizados por eles possuem características que se encaixam em um dos três tipos de simetria descritos acima. Abuse de exemplos para objetos simétricos e assimétricos, e após isso também para os diferentes tipos de simetria.

Diga que agora nós iremos ter um desafio para identificar cada caso de simetria. Distribua para cada aluno uma cópia da segunda imagem (disponível aqui em pdf). Peça que individualmente os alunos leia a atividade e realizem a classificação solicitada. Oriente-os por etapas: primeiramente circular os alimentos solicitados e associar a um número para facilitar a organização. Posteriormente escrever os tipos de simetria que conhecem e colocar o número correspondente a imagem que julgarem pertencer àquele tipo. Em seguida deixe que comparem com um colega e discutam os resultados obtidos. É possível que o colega tenha descrito um tipo de simetria diferente do colega para um mesmo alimento. É importante que os alunos percebam que isso é perfeitamente aceitável. Alguns alunos podem identificar algum tipo de simetria manipulando mentalmente os alimentos. Um debate coletivo pode favorecer a discussão. 

Materiais Necessários: Lápis/caneta, Ficha dos alimentos (1 p/ aluno).

Mão na Massa

Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: 

Divida os alunos em grupos de 3 ou 4 crianças (preferencialmente o mesmo grupo de montou o robô), distribua uma folha quadriculada (disponível aqui para impressão) para cada aluno. Comente que agora nós vamos colocar em prática uma técnica muito utilizada por indústrias e fábricas para construção de robô, carros, produtos eletrônicos e muitas outras coisas. Trata-se do “Desenho Técnico”, algo muito útil quando temos a intenção de ter a noção exata do que vamos construir.

Coloque o robô no centro do grupo. Peça para que desenhem o robô na visão “de frente”. Instrua a utilização de régua, esquadros e outros instrumentos que facilitem esse desenho. Reforce a necessidade do desenho ser simétrico, assim como o Robô, pois caso não fosse assim, ele não teria o equilíbrio necessário para andar! Caso sobre tempo, dê a opção de desenhar o robô “de lado” também.

Materiais Necessários: Lápis/Caneta, “Meu Primeiro Robô” montado (1 p/ grupo), Réguas e Esquadros, Papel Quadriculado (Disponível aqui).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o desenho técnico do robô. Mostre a image acima e comente que o eixo de simetria é uma linha que divide uma figura em duas partes simétricas, isto é, como se fossem o objeto e a sua imagem num espelho.

Lembre que a simetria matemática, por exemplo, que consiste na regra da disposição de duas figuras idênticas que se correspondam ponto a ponto. Neste contexto, o objeto se move, mas as distâncias, ângulos, tamanhos e formas são preservados por simetrias. Na estética, a simetria é a responsável por proporcionar harmonia a uma imagem, e consequentemente, a sua beleza. Quanto mais simétrico for um objeto ou figura, mais belo tende a ser considerado.

Finalize a aula mostrando o vídeo acima, dizendo que tanto na natureza como em construções feitas pelo homem, e simetria está em todo o lugar!

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




1) Meu Primeiro Robô

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Identificar e Comparar diferentes tipos de robôs em nosso dia a dia; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Classificar vários robôs e suas finalidades para a sociedade em geral; 

Ao Nível de Aplicação: Montar e Operar um protótipo de Robô que pode andar; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse projeto pode ser conectado com um Plano de Aula de Matemática sobre “Geometria e Simetria”. Clique-aqui para visualizá-lo.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando aos alunos “O que é um Robô?”. Pergunte a eles se um ventilador seria um robô, uma geladeira, ou até uma catraca. As respostas devem divergir a depender do objeto apontado, a intenção aqui é provocar o interesse dos alunos para o assunto. Diga que agora irá mostrar para eles um robô de verdade, mas um pouco antigo, e passe o vídeo acima para os alunos.

Discuta com a turma:

  • O que acharam desse robô?
  • Ele se movimenta rápido ou devagar?
  • Com qual energia será que ele se movimenta?
  • Qual problema ele resolve para nós humanos?
  • Onde será que ele estava no vídeo?

Explique que o robô do vídeo se chama “Elektro”. Ele foi criado em 1939 por empresa norte-america. O Elektro foi apresentado na feira de tecnologia de nova iorque no mesmo ano, ele podia contar piadas, encher balões, andar por aí, e ainda detectar cores como verde e vermelho com seu sensor fotoelétrico.

Comente que nós estamos tentando criar “robôs” desde a antiguidade. Há relatos de criação de “Automatas”, ou seja, estrutura mecânicas que se parecem com humanos, desde a China Antiga. Um exemplo para se mostrar é o “Cavaleiro Mecânico” criado por Leonardo Da Vinci. Em 1495 o gênio criou um cavaleiro robô que poderia ser operado por uma série de engrenagens, roldanas e cabos. Recentemente pesquisadores montaram o projeto e descobriram que ele realmente funciona!

Pergunte para a turma “Será que todo robô se parece com um ser humano?”, “Por que sim ou não?”.

Desafio

Tempo sugerido:  25 minutos

Orientações: Peça a uma criança para ler a questão disparadora, e pergunte se alguém tem sugestões de onde estão os robôs ao nosso redor. A intenção é que eles vejam robôs como máquinas que possam ser programadas (por computador ou não) para realizar tarefas automatizadas. Exemplos mais simples como ventiladores, carros, relógios, celulares, calculadoras e etc podem ser dados neste momento.

Conceitue para os alunos que robôs são “programados” para se movimentarem, fazer contas de matemática e resolver muitos problemas. Essa programação pode ser apenas como suas engrenagens são montadas, ou programação digital, com códigos que o robô possa ler e obedecer.

Diga que agora vamos aprender a classificar os robôs e sobre quais problemas eles resolvem.

Dinâmica I) Qual é o tipo de robô? 

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos, preferencialmente aqueles que irão montar o projeto em conjunto. Distribua as fichas de robôs já recortadas (ou peça para que eles recortem). Instrua que após terem todas as fichas na mesa de cada grupo, separem essas fichas em “Categorias” de robôs, como o objetivo ou problema que cada um resolve. Você pode dar algumas categorias como por exemplo “Limpeza”, “Indústria”, “Transporte” e “Segurança”,  mas o objetivo é que eles criem também suas próprias categorias. Passe de mesa em mesa discutindo as categorias e decisões de cada grupo. O interessante é que alguns “robôs” podem estar também em mais uma categoria.

Dinâmica II) Onde eles estão e qual problema resolvem?

Diga que agora, como podemos perceber, os robôs podem estar em qualquer lugar, resolvendo os mais diversos problemas para a sociedade. Distribua as fichas de preenchimento para os grupos de alunos. Explique que agora cada grupo terá que escrever no mínimo 6 robôs do dia a dia e descrever qual problema eles resolvem. O objetivo é ter as mais variadas respostas, desde robôs para limpezas até relógios, computadores, catracas e etc. Ao término, peça para cada grupo ler suas respostas em voz alta e discuta as respostas com os alunos,

Materiais Necessários: Lápis/caneta, Fichas de Robôs (1 p/ grupo), Fichas de Preenchimento (1 p/ grupo).

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

Antes da aula, reveja o vídeo acima de montagem, e as instruções impressas também junto aos projetos. É importante ter todos os passos memorizados, e já se antecipar a possíveis dificuldades que os grupos terão ao decorrer da montagem.

Comente com os alunos que hoje iremos construir nosso prório robô. Apresente aos alunos o projeto que será construído “Meu Primeiro Robô“. Diga que será a oportunidade de colocar a mão na massa, e construir nosso próprio protótipo da tecnologia. Lembre as crianças da importância de se aprender fazendo e construindo projetos.

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para que tirem todos os itens das caixinhas, e coloque sobre a mesa de trabalho. Aproveite este momento para estimular a curiosidade das crianças, passando peça por peça, e perguntando a eles se têm ideia o que cada uma é, e onde irá se encaixar no projeto. Após analisar todas as peças, peça para eles tentarem montar, da própria cabeça, como ficaria o robô.

Você irá reparar que eles terão dificuldade, em sua maioria, para imaginar como seria a garra, sem a instruções. Aproveite para comentar como é importante a gente sempre seguir instruções precisamente, e é assim que robôs e computadores “pensam”, eles seguem muito bem instruções. Neste momento oriente-os a abrirem o manual de instruções, e começarem a seguir o passo a passo até completarem.

Discuta com a turma:

  • Qual seria a programação desse robô?
  • Ele precisa de algum código ou comando para andar?

O objetivo é eles perceberem que o “código” ou “comando” do nosso robô são apenas as suas peças e engrenagens.

Ao final, não deixe os alunos terminarem sem customizarem seus projetos. Peça para que levem canetinhas, lápis de cor e outros itens. Estimule eles a desmontarem, colorir/pintar o projeto, e remontá-lo.

Dicas: Evite passar o vídeo instrucional, ele é para uso do professor. A ideia é estimular os alunos, em grupo, acharem a solução de montagem sozinhos e com o passo a passo. No momento da montagem passe de mesa em mesa, tirando dúvidas. Abuse de feedbacks positivos a cada parte do projeto montado, para estimular os alunos. Caso tenha problemas de relacionamentos em algum grupo, oriente que cada um no grupo pode ter uma função específica (por exemplo: ler as instruções, pegar as peças, montar, parafusar, colorir..)

Materiais Necessários: Chaves de fenda, lápis de cor, canetinhas, tintas e etc.

Sistematização

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. Mostre o vídeo acima do robô “Da Vinci”. Ele é utilizado para realizar cirurgias em seres humanos no mundo inteiro.

Lembre que os robôs são na verdade, tudo aquilo que consegue se mover, fazer contas, tarefas tudo de forma automática. Além disso, eles estão em todos os lugares (transporte, segurança, educação, saúde e etc) e são cada vez mais necessários para deixar a nossa vida mais fácil.

Finalize a aula dizendo que construímos nosso primeiro robô, com materiais e ferramentas simples, mas que com conhecimento de robótica, programação e outros já podemos construir robôs muito mais complexos para resolver problemas da vida real.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




8) O Robô Artista – Aula de Ciências (A Importância de Energia Elétrica)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Reconhecer a importância da energia elétrica no nosso dia a dia; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir um pequeno robô feito a pilha e fio de cobre;

Ao Nível de Aplicação: Concluir que o robô se move por se tratar de circuito fechado de correte elétrica; 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

Projete a imagem e peça a turma que a observe cuidadosamente. Pergunte se alguém conhece um equipamento semelhante na comunidade ou em outro lugar. Pergunte se sabem o nome. Ouça-os atentamente, em seguida comente que a água sempre foi utilizada ao longo da história para produzir energia através de um equipamento como este chamado de moinho ou roda d’água. Diga que o moinho utiliza a energia mecânica da água, principalmente para moer grãos, irrigar, e em alguns casos gerar energia elétrica. E é assim que uma usina hidroelétrica gera a nossa energia elétrica.

Caso não possa projetar, Imprima a imagem e distribua entre os alunos.

Para você saber mais:

Roda d’água movida pela correnteza do rio em diferentes épocas do ano. 2016 (8min09seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FXK3BKE7jSA> Acesso em: 25 jan 2019.

Desafio

 

Tempo sugerido:  15 minutos

Orientações: Organize a turma em equipes de quatro alunos e peça que cada uma liste nomes de aparelhos que funcionam com energia elétrica. Em seguida, peça que as crianças circulem os aparelhos que proporcionam conforto às pessoas e que sublinhem aqueles que elas consideram imprescindíveis – ou seja, sem os quais a gente não conseguiria viver. Estabeleça um tempo para que os grupos compartilhem suas discussões. É esperado que os estudantes citem uma grande variedade de aparelhos que proporcionam conforto e segurança. E que concluam que seria muito difícil viver sem energia elétrica. Registre as principais ideias levantadas pela garotada.

 

Mão na Massa

 

Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: 

Comente que agora vamos criar nosso primeiro aparelho elétrico com apenas 1 pilha. Pergunte se eles acreditam ser possível criar um pequeno robô com apenas 1 pilha e, analise as respostas com bom humor. Vamos colocar as mãos na massa!

Passo 1)
Junte nossos materiais!

Passo 2)
Faça sua “escultura” com o fio de cobre. É importante que ele tenha um ponto de contato com o polo da pilha, e outro com o ímã. Seja criativo!

Passo 3)
Agora é encaixar nosso fio a pilha e íma, e observar! Ele vai girar, não é o máximo ?!

O resultado esperado é este:


Mas o que explicar para os pequenos que aconteceu para os alunos? Diga que eles fizeram um motor elétrico! (ou DC) Isso significa que a eletricidade está “caminhando” para apenas uma direção.

Materiais Necessários: 1 Pilha AA, 20cm max de fio de cobre, 1 Ímã Neodímio pequeno, 1 Pequeno alicate. (todos os itens são por grupo de alunos)

 

 

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: A essa altura, os alunos já perceberam a importância dos objetos que funcionam com energia elétrica. Agora, é o momento de finalizar o estudo sobre o caminho da corrente elétrica – ou seja, como que o nosso “robô” está girando. Pergunte “Por que nosso robô começou a girar”. Peça que registrem suas hipóteses com desenho ou por escrito. Após a leitura das hipóteses, explique que nós fechamos um circuito com um gerador de energia elétrica, o ímã e o fio de cobre.

Solicite que os alunos registrem a montagem no caderno por meio de desenho, identificando o gerador de energia (pilha), o fio condutor, a resistência elétrica (filamento da lâmpada) e o caminho percorrido pela corrente elétrica. Quando está fechado, o circuito permite a passagem da corrente, fazendo o fio de cobre girar. Quando aberto, não há passagem de corrente e o fio não gira.

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

R.C. Hibbeler, Mecânica – Estática, Oitava Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1999.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/cap2-1.html

https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_the_internal_combustion_engine




8) O Robô Artista

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Distinguir diferentes tipos de energia no dia a dia; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir um protótipo de Robô Artista;

Ao Nível de Aplicação: Concluir diferenças entre as energias e como elas podem se transformar, Dar exemplos de diferentes tipos de energia; 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse projeto pode ser conectado com um Plano de Aula de Ciências sobre “A Importância de Energia Elétrica”. Clique-aqui para visualizá-lo.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

 

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações:

Projete a imagem e peça a turma que a observe cuidadosamente. Pergunte se alguém conhece um equipamento semelhante na comunidade ou em outro lugar. Pergunte se sabem o nome. Ouça-os atentamente, em seguida comente que a água sempre foi utilizada ao longo da história para produzir energia através de um equipamento como este chamado de “Automata”. Diga que o automata utilizava a energia mecânica da água, principalmente para moer grãos, irrigar, e em alguns casos gerar energia elétrica.

Caso não possa projetar, Imprima a imagem e distribua entre os alunos.

Finalize comentando que a imagem acima é de um dispositivo criado por um Inventor Árabe chamado Al-Jazari, em 1206, que tinha como objetivo gerar energia mecânica para moer grãos e etc.

Discuta com a turma:

  • O que é isso?
  • Alguém sabe o nome?
  • Como ele se movimenta?
  • Para que serve?

Para você saber mais:

Roda d’água movida pela correnteza do rio em diferentes épocas do ano. (8min09seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FXK3BKE7jSA

 

Desafio

 

Tempo sugerido:  25 minutos

Orientações: Mostre a imagem acima para os alunos. Caso não seja possível, escreva no quadro os três tipos de energia, e faça desenho ou mostre a imagem impressa acima para os alunos. Pergunte se eles sabem o que é cada uma das energias, deixe que tentem responder e pergunte se alguma das imagens acima tem “Energia Elétrica” ou os outros dois tipos de energia.

1) Energia elétrica: é a relacionada à corrente elétrica, à transmissão da energia, fios e etc;
2) Energia potencial: é a relacionada ao aquecimento;
3) Energia cinética: é a relacionada ao movimento (carros andando, bicicletas, robôs andando e etc);
4) Energia luminosa: é a relacionada à luz.

Oriente os alunos a pensar em vários aparelhos eletrônicos quanto a esses dois aspectos. “Para um aparelho funcionar, ele precisa de que forma de energia? Quando o aparelho está em funcionamento, que forma de energia ele produz?”. Exemplo: um liquidificador precisa de energia elétrica para funcionar. Quando está em funcionamento, produz movimento por meio de suas lâminas, triturando os alimentos. Peça que as crianças apliquem o mesmo raciocínio a outros aparelhos, como ventilador, ferro de passar roupa, batedeira, torradeira etc. 

Divida os alunos em grupos de 3 ou 4 alunos (de preferência o mesmo que está montando os projetos maker), e distribua os cartões de imagens de objetos (disponível aqui para impressão). Explique que agora eles irão classificar cada cartão de imagem correspondente a um tipo de energia (Energia Elétrica, Eletromotriz, Cinética e Luminosa). Alguns objetos poderão estar em dois tipos de energia, por exemplo, o liquidificador (energia elétrica e energia cinética). Caso tenha mais tempo, desafie-os a encontrarem mais exemplos de objetos do dia a dia para cada tipo de energia.

Materiais Necessários: Cartões de Imagens Recortados (Clique-aqui para imprimir).

 

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

Antes da aula, reveja o vídeo acima de montagem, e as instruções impressas também junto aos projetos. É importante ter todos os passos memorizados, e já se antecipar a possíveis dificuldades que os grupos terão ao decorrer da montagem.

Pergunte aos alunos se eles lembram-se da última aula, e o que aprendemos sobre quais tipos de energia existem. Relembre cada tipo de energia junto com eles, e os exemplos também. Diga que agora vamos construir um “robô” que utilizará a energia eletromotriz (pilha), a energia elétrica (jumpers e fios), e a energia cinética (motor e os movimentos robô). Não necessariamente precisa explicar o que será cada energia no robô, e sim explicar durante o processo de montagem. Apresente aos alunos o projeto que será construído “O Robô Artista“. Um robô que utiliza todas essas energias e ainda é muito criativo!

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para que tirem todos os itens das caixinhas, e coloque sobre a mesa de trabalho. Aproveite este momento para estimular a curiosidade das crianças, passando peça por peça, e perguntando a eles se têm ideia o que cada uma é, e onde irá se encaixar no projeto. Após analisar todas as peças, peça para eles tentarem montar, da própria cabeça, como ficaria o Robô.

Você irá reparar que eles terão dificuldade, em sua maioria, para imaginar como seria o lançador, sem a instruções. Aproveite para comentar como é importante a gente sempre seguir instruções precisamente, e é assim que robôs e computadores “pensam”, eles seguem muito bem instruções. Neste momento oriente-os a abrirem o manual de instruções, e começarem a seguir o passo a passo até completarem.

Quando o Robô Artista estiver pronto, explique novamente as energias que estamos utilizando ou peça para algum aluno exemplificar onde estão cada energia no projeto. Após isso, pegue as folhas brancas A4 ou maiores, e coloque os Robô para desenharem e se divertirem!

Materiais Necessários: Kit do Robô Artista, Chave de fenda, Folhas A4 para os robôs desenharem.

Sistematização

 

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. Mostre a imagem acima pergunte se entenderam o que estava realmente acontecendo. Explique que conceitualmente  que o que aconteceu foi uma “Transformação de Energia”, desde a pilha até o motor e fazer o Robô Artista balançar de um lado para o outro. Pergunte se existem outros exemplos no dia a dia onde isso acontece (por ex: ventilador, tem energia elétrica nos fios até chegar nele e depois se transforma em energia cinética para movimentar suas pás).

Se possível, mostre também a imagem acima e pergunte se é possível transformar a energia “ao contrário”. Ou seja, partindo da energia Cinética para Elétrica, e assim por diante. Explique que sim, e é assim que funcionam usinas hidrelétricas. Para ilustrar essas transformações “ao contrário”, ilustre com dois vídeos:

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

R.C. Hibbeler, Mecânica – Estática, Oitava Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1999.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/cap2-1.html

https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_the_internal_combustion_engine




7) O Lançador de Discos -Aula de Ciências (Movimentos da Terra)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Reconhecer diferentes movimentos do planeta terra no universo; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir representações dos movimentos de Rotação e Translação;

Ao Nível de Aplicação: Concluir que o Planeta terra exerce dois tipos de movimentos e, que esses movimentos existem em outros lugares também; 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

EF04CI11 – Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários em diferentes culturas.  
Contexto

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

Comece a aula contando uma história para os alunos: Eu tenho uma amiga muito querida que mudou-se para o Japão. Eu estou com muita saudade, não estou conseguindo falar com ela por telefone. Toda vez que ligo para ela lá, está de noite no japão (ela está dormindo), mas é de dia ainda aqui. Por que será que isso acontece? Se houver um globo na sala, localize com os alunos onde está o Brasil e onde está a China. Você pode pedir a um ou dois alunos voluntários que localizem esses países, ou passar o globo entre os alunos para que cada um observe as localizações. Em seguida, inicie uma discussão.

Discuta com a turma:

  • Vocês já ouviram falar que em outros países é noite quando aqui no Brasil é dia?
  • Vocês já tentaram falar com alguém em outro país?
  • Por que será que isso acontece?

Registre o que os alunos forem falando. Você pode, por exemplo, montar um quadro SQA (O que sabemos? O que queremos saber? O que aprendemos?), com uma coluna para cada uma dessas perguntas e ir registrando o que eles disserem aqui na coluna S (O que sabemos?). Esse quadro pode ser usado durante toda a unidade, ou para cada aula. Você também pode inserir uma coluna C (Como vamos descobrir?), passando a um quadro SQCA.

Em seguida, comente sobre a atividade que será realizada: Hoje nós vamos investigar os motivos pelos quais o sol se movimenta no céu, produzindo o dia e a noite. Também entenderemos por que nem todos os lugares do mundo estão em um mesmo horário em um dado momento.

Leia mais sobre o uso do quadro SQA (ou SQCA) em http://www.storyboardthat.com/pt/articles/e/kwl-chart (Acesso em 06/05/2018).

Desafio

Tempo sugerido:  15 minutos

Orientações: Peça a uma criança para ler a questão disparadora, e complemente com as demais provocações:

  • O que vocês percebem ao observar o Sol ao longo do dia?
  • Já percebeu que, ao longo do dia, ele parece se movimentar no céu?
  • O que tem no universo?
  • Como os corpos celestes se organizam no espaço?

Deixe que eles levantem hipóteses sobre o assunto. Não se preocupe em responder neste momento aos questionamentos que surgirão, apenas os estimule a discutir sobre o assunto.

Divida a turma em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para cada grupo montar um quadro SQA (O que sabemos? O que queremos saber? Como podemos aprender?) em uma folha única (A4 ou do próprio caderno) para o grupo, com uma coluna para cada uma destas perguntas e ir registrando a opinião de todos os membros do grupo. As respostas que esperamos irão vir em torno de “Rotação e Translação são movimentos..” para a pergunta “O que sabemos”, “O que acontece quando juntamos rotação com translação ou ventilador com elevador?” para “O que queremos saber”, e “Construir um protótipo dos dois, fazer um experimento..” para “Como podemos aprender?”.

Estimule respostas criativas e, caminhe pela sala enquanto os alunos estão desenvolvendo suas respostas para os seus quadrantes.

Ao fim da aula, comente que no próximo encontro vamos construir um protótipo para descobrir o que acontece quando “somamos” rotação com translação.

 

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Divida as crianças em seis grupos. Proponha que cada grupo monte, com as duas imagens acima (1 e 2), uma representação do Sol e demais elementos.

Divida os seis grupos em duas partes. Cada três grupos ficará responsável por representar dois pontos: o movimento aparente do sol e o movimento de rotação da Terra.

A ideia é que os alunos discutam nos grupo como montar a representação, que papel o Sol desempenha e quais relações estabelece com os demais astros. Acompanhe os grupos e faça perguntas como:

  • Nesta composição o Sol aparece como vemos ou como está no universo?
  • Quais movimentos acontecem nessa representação?
  • Como vocês organizaram essa representação?
  • O que faz cada um desses elementos?

Os grupos podem fazer representações em desenhos dos movimentos da terra e sol, mas também de forma física utilizando-se de esferas para representar a terra, e a lanterna (projeto montado nas aulas maker) para representar o sol.

Fique atento às discussões dos alunos, principalmente na parte conceitual, na organização das sombras e no movimento de rotação. Se necessário, forneça algumas informações para garantir a construção apropriada do modelo. A ideia aqui é que eles consigam concluir na discussão que a terra faz dois tipos de movimento: “Rotação” e “Translação”. O que será sistematizado posteriormente.

Materiais Necessários: Folhas A4, Esferas de isopor, Lanterna (Projeto maker montado anteriormente).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Relembre que, assim como o Lançador de Discos, construído pelo grupo nas aulas Maker, a terra também performa dois tipos de movimento no universo: “Rotação” e “Translação”, confirme tais informações mostrando as duas imagens acima. Exemplifique com o próprio corpo o que é rotação (girar em torno do próprio eixo) e translação (mover-se pelo espaço).

É provável que eles cheguem à conclusão de que, apesar de parecer que o Sol se movimenta ao longo do dia, isso acontece devido ao movimento de rotação da Terra. Por isso, a Terra, ao movimentar-se, faz parecer para nós que é o Sol que está se movimentando. Se as crianças não chegarem à essas conclusões, retome os questionamentos feitos no Mão na Massa e estimule nova observação das imagens. Conforme os alunos fazem as apresentações e conclusões, registre-as no quadro ou em um cartaz, onde seja possível colocar a imagem e a observação realizada.

Para finalizar o tema, mostre o vídeo abaixo para os alunos:

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

R.C. Hibbeler, Mecânica – Estática, Oitava Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1999.

SILVA, Domiciano Correa Marques da. “Equilíbrio do corpo extenso”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/equilibrio-corpo-extenso.htm. Acesso em 21 de maio de 2020.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://www.uel.br/cefe/portal/pages/discobolo-de-miron.php

http://efisica.if.usp.br/mecanica/basico/centro_gravidade/equilibrio/

http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/cap2-1.html