8) O Diamante RGB – Aula de Ciências (Os Investigadores das Cores)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Reconhecer que a Luz Branca é a soma de todas as outras cores; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Formular novas cores com o Diamante RGB a partir de suas cores primárias; 

Ao Nível de Aplicação: Registrar novas combinações de cores do Diamante RGB; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF09CI04 – Planejar e executar experimentos que evidenciem que todas as cores de luz podem ser formadas pela composição das três cores primárias da luz e que a cor de um objeto está relacionada também à cor da luz que o ilumina.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando aos aluno se eles acreditam ser possível um robô brincar de sinuca. Ouça as resposta de maneira atenta, instigue-os a raciocinar sobre essa possibilidade e como isso poderia ser possível. Após isso, mostre o vídeo acima para os aluno, e inicie uma discussão sobre o funcionamento do robô.

Discuta com a turma:

  • Como o robô consegue identificar cada bola?
  • Como o robô consegue “enxergar” as cores das bolas? 

Explique que a luz é a única coisa que vemos com o mais notável instrumento óptico conhecido – o nossos olhos. A cor é o resultado da percepção da luz que incide nas células presente no olho. A maioria das cores visíveis pelo olho humano pode ser representada pela combinação de luzes azul, vermelho e verde. Como cada cor emite uma “frequência” diferente, o robô tenta imitar o olho humano detectando essas frequências, e assim ele sabe qual cor é qual. Não é necessário aprofundar-se nesse conteúdo no momento, caso queira saber mais sobre o assunto, clique-aqui e assista um vídeo sobre as frequência das cores.

Desafio

Tempo sugerido:  10 minutos

Orientações: Projete ou escreva no quadro e leia a Questão disparadora. Diga para os alunos pensarem por que o Sol disse que ele entendeu a pergunta, e o que a luz tem a ver com as cores. Não se preocupe em responder agora, apenas estimule-os a pensar. É esperado que os alunos falem sobre a curiosidade de saber como as coisas funcionam. Garanta que a conversa não saia do foco. Essa aula não tem o objetivo de explorar os conceitos sobre prismas de Newton, mas aguçar a curiosidade dos alunos e contextualizar nosso experimento.

Explique que segundo Isaac Newton, a cor branca é a soma de todas as outras cores. Na teoria das cores existem três cores básicas, as quais podemos chamar de cores primárias. São elas: Vermelho, Verde e Azul. A partir dessas cores podemos gerar qualquer outra cor, até mesmo o branco. Portando, a luz branca se forma a partir da soma de todas as outras cores.

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Diga que agora nós vamos ser “Investigadores das Cores”, pois nós temos uma ferramenta muito especial para conduzir esta investigação. Trata-se do “Diamante RGB” que nos permite brincar com seu LED RGB e misturar as coisas. Explique que cada equipe terá a missão de descobrir 4 novas cores partindo das cores primárias do RGB (Vermelho, Verde e Azul).

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos (de preferência o mesmo grupo que realizou a montagem). Distribua 1 ficha de investigação (disponível aqui para impressão) para cada grupo e instrua-os a registrarem as posições dos “knobs” das cores a cada nova cor encontrada em suas fichas. Assim teremos registrados as combinações necessárias para encontrar novas cores. Comente que registrar os processos das nossas descoberta é muito importante, pois ajuda outras pessoas a seguirem os nossos caminhos e talvez até, encontrar coisas ainda não descobertas. É assim que o pensamento científico funciona. 

Materiais Necessários: Lápis/Caneta, Diamante RGB (1 por grupo), 1 Ficha de Investigação (1 por grupo).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. Distribua aos alunos o texto abaixo (disponível aqui para impressão). Faça uma leitura compartilhada. Peça aos alunos que, enquanto a leitura é feita, selecionem partes que eles acharam interessantes e que eles observaram durante as experiências e durante o vídeo. Retome a Questão disparadora “O que a luz tem a ver com as cores?” Faça perguntas como: A luz tem cor? Qual a cor da luz? O que determina a cor do objeto que vemos no nosso dia a dia? Ouça as respostas dos alunos com atenção e, se necessário, retome partes do texto de forma a esclarecer as dúvidas dos alunos. Espera-se que os alunos concluam que a luz tem cor e reconheçam que as cores das coisas e objetos são determinadas pela frequência da luz.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

HEWITT, P. G. Física conceitual. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.

JúNIOR, Joab Silas da Silva. “Cor da luz”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/cor-luz.htm. Acesso em 19 de junho de 2020.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




6) O Papa Moedas – Aula de Ciências (Interação Sistema Nervoso e Locomotor)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir relação entre sistema nervoso, muscular e do esqueleto; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Concluir que diferentes sistemas trabalham juntos para nos mover; 

Ao Nível de Aplicação: Traçar correlação entre o sistema nervoso e o sistema locomotor; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF06CI07 – Justificar o papel do sistema nervoso na coordenação das ações motoras e sensoriais do corpo, com base na análise de suas estruturas básicas e respectivas funções.

EF06CI09 – Deduzir que a estrutura, a sustentação e a movimentação dos animais resultam da interação entre os sistemas muscular, ósseo e nervoso.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Inicie a aula contando a seguinte história:

No meio do caminho do urso havia uma pedra. Ela estava bloqueando o caminho do urso apressado. Para ajudar a remover a pedra, entram em ação nossos heróis: Professor Cérebro, Homem Músculo e Mulher Esqueleto! Para saber mais como conseguiram realizar essa tarefa, vamos precisar saber mais sobre esses heróis.

Comente que, como os nomes dos heróis sugerem, eles representam estruturas do corpo dos animais (no caso, o macaco). Cada personagem/estrutura possui características próprias, e baseados nelas, os alunos deverão relacionar o funcionamento de cada sistema corporal com o contexto acima (remoção da pedra que bloqueia o caminho do animal em questão).

Desafio

Tempo sugerido:  5 minutos

Orientações: Leia a questão disparadora para os alunos. Oriente-os a formularem hipóteses sobre a questão disparadora, anotando-as em seus cadernos ou simplesmente expressando-as verbalmente. Relembre-os das estruturas que estarão envolvidas no processo e das funções exercidas por elas, já estudadas em planos precedentes. Caso julgue conveniente, anote as hipóteses dos alunos no quadro. A pergunta tem como objetivo aproximar o aluno das habilidades que estão sendo trabalhadas nesta aula e mobilizá-los em busca de respostas. Portanto, seja imparcial diante das respostas apresentadas por eles.

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Diga que agora nós vamos colocar os super-heróis em ação para ajudar o user a mover a pedra. Distribua para cada aluno os cards dos 3 super heróis (disponível aqui para impressão). Peça para que leiam os pontos fortes e fraco de cada heróis. Após isso, oriente-os a escrever um pequeno texto descrevendo como cada super-heróis vai ajudar o urso a mover a pedra do seu caminho. Instigue-os a serem criativos, descrevendo os processos biológicos de cada etapa da sua história.

Saliente mais uma vez que os heróis representam estruturas do corpo dos animais, e que na história que deverão criar, elas estão trabalhando em conjunto para remover a pedra que bloqueia o trajeto do macaquinho. É importante que o texto produzido apresente alguns elementos em comum:

  • Apresentar a função dos heróis;
  • Narrar o trabalho em conjunto destes heróis na situação;
  • Criar diálogo entre eles;
  • Citar o pontos fraco de algum dos heróis.

Indique ainda aos alunos, que o tempo que terão para confeccionar o texto não é muito grande e por isso, não precisará ser muito extenso. Uma boa estratégia é indicar a quantidade de linhas mínimas (10 linhas) e máxima (20 linhas). Caso alguns alunos terminem e ainda sobre tempo, peça que criem um desenho relatando o texto que acabaram de criar. Uma alternativa também é deixar o desenho como tarefa de casa, o que pode enriquecer a atividade e ajudar a fixar o tema.

Materiais Necessários: Lápis/Canete, Ficha de Cards dos Heróis (disponível aqui).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

Para esta etapa você precisará de 5 minutosRetome a questão disparadora: como o corpo dos animais atua para mover objetos?” Organize uma sequência de questionamentos para que possam definitivamente chegar à resposta central:

  • Peça que respondam quais são, literalmente, as funções do cérebro, músculos e ossos. Caso algum aluno tenha feito o desenho, peça que mostre essas funções sendo realizadas.
  • Questione ainda se seria possível a retirada da pedra se não houvesse o trabalho conjunto destas estruturas.
  • O que poderia ocorrer caso um dos “pontos fracos” das estruturas fossem atingidos?

Elogie as respostas corretas, anotando-as na lousa e comparando com as hipóteses citadas no início da aula. Estimule os alunos que se equivocarem a pensar melhor, orientando-os.

Caso opte que os alunos façam de fato os desenhos, exponha os trabalhos em algum local da sala. Ao final deste diálogo, crie em conjunto com a sala uma frase que sintetize a resposta à questão disparadora. Colha diferentes respostas e transforme-a em uma única sentença, solicitando que a anotem no caderno.

Comente que a mesma dinâmica do nosso corpo para se locomover, ou seja, sistemas diferentes trabalhando em conjunto para mover objetos e/ou estruturas existem para robôs também. Cite o exemplo do projeto criado pelo alunos “O Robô Para Moedas” onde tal dinâmica pode ser visualiza de maneira simplificada.

Pergunte se eles conseguiriam ver os heróis em ação no robô. Por exemplo, o esqueleto seria o motor, os músculos seus braços. Mas o que seria o cérebro? Neste caso, seria apenas o “liga/desliga” do robô. Porém, em robôs avançados nós temos “micro-controladores” que são considerados os cérebros da máquina.

Finaliza a aula dizendo que nosso sistema de vida para locomoção é tão bom, que quando criamos formas/robôs artificiais acabamos levando essas referências para eles também.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




5) A Máquina do Universo – Aula de Ciências (Sistema Sol, Terra e Lua)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir quais movimentos o sistema Sol-Terra-Lua; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Esboçar possíveis movimentações com a “Máquina do Universo”; 

Ao Nível de Aplicação: Demonstrar movimentos dos astros com a “Máquina do Universo”; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF06CI14 – Inferir que as mudanças na sombra de uma bara (gnômon) ao longo do dia em diferentes períodos do ano são uma evidência dos movimentos relativos entre a Terra e o Sol, que podem ser explicados por meio dos movimentos de rotação e translação da Terra e da inclinação de seu eixo de rotação em relação ao plano de sua órbita em torno do Sol.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando (e mostrando a imagem acima, se possível) para os alunos se todos já assistiram algum filme da saga StarWars. Questione se eles se lembram da existências de “sóis” ou “luas” nesses planetas da saga. Lembre que esses filmes se passam em planetas fictícios, porém no universo reais também nós temos sol, lua e planetas. E eles se movimentam?

Discuta com a turma:

  • O sol se movimenta em nosso sistema solar?
  • A terra se movimenta?
  • Como a terra se movimenta?
  • E a Lua? Ela se movimenta?

Nossa intenção aqui não é buscar respostas precisas, e sim provocar a atenção dos alunos para o conteúdo (relacionando com algo que possam gostar, como StarWars) que será explicado mais a frente.

Desafio

Tempo sugerido:  5 minutos

Orientações:  Explique que sim, a Terra e a Lua se movimentam pelo nosso sistema solar e vamos descobrir mais sobre isso mais adiante. Leia a questão disparadora. Deixe que os alunos compartilhem suas opiniões sobre o tema e levantem hipóteses sobre o que ocorreria se a Terra parasse de girar. Não se preocupe em responder as dúvidas nesse momento, mas sim em estimulá-los a pensarem sobre o tema.

Para ilustrar superficialmente as movimentações do sistema Sol-Terra-Lua, mostre o seguinte vídeo:

Mão na Massa

Tempo sugerido: 30 minutos

Orientações: 

Diga que agora eles serão investigadores do universo. Nós vamos descobrir mais sobre os movimentos do sistema Sol-Terra-Lua e montar um dossiê secreto para poder explicar todas essas relações.

Divida os alunos em 5 grupos, entregue as Fichas das Informações (1 por grupo), 1 Ficha do Dossiê (1 por grupo). Instrua-os a ler as informações/notícias e preencher o dossiê. Caso tenho disponível computadores/dispositivos com internet, instrua-os a utilizar a internet para fazer buscas a respeito de cada tema. Cada grupo ficará responsável por um dossiê diferente:

  • 1) Quais são os Movimentos da Terra?
  • 2) Quais são os Movimentos da Lua?
  • 3) Quais são as Fases da Lua?
  • 4) Qual é a relação das Estações do Ano com essas Movimentações?
  • 5) Como se formam Eclipses do Sol e da Lua?

Para preencherem os dossiês na tentativa de respondem a cada pergunta, instrua-os a utilizarem a “Máquina do Universo” para entender melhor as movimentações. Instigue os alunos a desenharem na “Máquina do Universo” as movimentações, colorirem o que quiserem, enfim, utilizarem como ilustração do dossiê. O objetivo do dossiê é fazer com que eles leiam informações a respeito do tema e consiga sintetizar ela em 4 quadrantes de conceitos. Ao final, peça pra que cada grupo apresente seu dossiê junto com a sua ilustração na sua “Máquina do Universo”.

Materiais Necessários: Lápis/Caneta, Canetinhas Coloridas, Fichas das Informações (1 / grupo), 1 Ficha do Dossiê (1 p/ grupo), “Máquina do Universo” montada (1 p/ grupo).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem os saberes adquiridos no decorrer da atividade. Ressalte o que eles aprenderam na aula, utilizando “A Máquina do Universo”. Demonstre os movimentos realizados pelo planeta em torno de seu eixo e em torno do Sol. 

Mostre a imagem acima e explique que ela é a animação aproximada dos movimentos realizados pelo sistema Sol-Terra-Lua. Lembre-os de que a Lua também gira em torno do seu eixo e que esse movimento é sincronizado com a rotação da Terra. Reforce que a Lua está sempre presente no céu, mesmo durante o dia, mas só conseguimos vê-la quando, de algum modo, a luz do Sol é refletida. Retome o que os alunos haviam dito na apresentação da questão disparadora e ressalte o que eles aprenderam na aula. Espera-se que tenham compreendido os movimentos da Terra e da Lua de diferentes formas.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

CAVALCANTE, Kleber G. “Fases da lua”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/as-fases-lua.htm. Acesso em 12 de junho de 2020.

HELERBROCK, Rafael. “Eclipse solar e lunar”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/eclipse.htm. Acesso em 12 de junho de 2020.

PENA, Rodolfo F. Alves. “Movimentos da Terra”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/movimentos-terra.htm. Acesso em 12 de junho de 2020.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://www.astro.iag.usp.br/~gastao/PlanetasEstrelas/TerraLuaSol.html

http://astro.if.ufrgs.br/eclipses/eclipse.htm

https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/eclipse.htm

http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/estacoes-ano.htm

http://www3.uma.pt/Investigacao/Astro/Ensino/RUMOS2014/IaA2014/planetas.pdf




4) O Carrinho Invertido – Aula de Ciências (Carros e Energias Alternativas)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Definir diferenças entre carros movidos à combustão e energia elétrica; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Debater diferentes tipos de energias alternativas; 

Ao Nível de Aplicação: Dar um exemplo e Esboçar propostas de carros do futuro com combustíveis alternativos; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula Apresente aos alunos a manchete dessa notícia, disponível em:https://www.tecmundo.com.br/mercado/149991-carro-gasolina-proibido-5-anos-previsto-reino-unido.htm.  Caso não seja possível realizar a projeção, leia para eles essa manchete.

Pergunte aos alunos: Por que alguns países estão optando por parar de vender carros movidos a gasolina e diesel? Pergunte, também: Qual seria a vantagem em não ter mais carros movidos a esses combustíveis?Que outros tipos de combustíveis podem ser utilizados em veículos? Estimule-os a participar e a responder às perguntas. Nesse momento, não se preocupe em corrigir possíveis erros que surjam durante as respostas, apenas incentive os alunos a refletirem sobre as questões propostas.

Desafio

Tempo sugerido:  5 minutos

Orientações: A partir da discussão anterior (onde se espera ter chegado à motores a combustão e elétricos), escreva no quadro “Combustão X Elétrico”. Peça para os alunos mencionarem os pontos positivos e negativos de cada tecnologia de motores, liste no quadro a menções dos alunos.

Alguns exemplos de pontos positivos e negativos que podem ser mencionados:

Motores Elétricos

Pontos Positivos:

  • Custo de abastecimento reduzido;
  • Não emite gases poluentes;
  • Baixa emissão de ruído;
  • Custo reduzido de manutenção.

Pontos Negativos:

  • Alto custo da bateria;
  • Falta de rede de abastecimento;
  • Alto do custo dos carros;
  • Demora para abastecer o carro.

Motores à Combustão

Pontos Positivos:

  • Maior autonomia;
  • Rapidez para abastecer;
  • Rede de abastecimento ampla e consolidada;
  • Investimento inicial inferior.

Pontos Negativos:

  • Muitas manutenções (troca de óleo, motor e etc);
  • Gera muita poluição ao meio ambiente;
  • Gera mais barulho (motor barulhento);
  • Utiliza combustíveis fósseis (que podem se esgotar).

Explique que em geral, o mundo está mudando para utilizar em seus carros cada vez mais fontes alternativas de energia (à combustão) para se evitar a poluição do meio ambiente.

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Diga que agora nós vamos criar nossos carros do futuro com fontes alternativas de energia. Divida os alunos em grupos de 3-4 crianças (de preferência o grupo que montou o “Carrinho Invertido”). Distribua 1 ficha (disponível aqui em PDF para impressão) pra cada grupo, e o “Carrinho Invertido” criado pelo grupo. Comente que agora nós vamos ter que ter habilidade de pesquisa e também ser criativos para desenvolver nossa própria marca de carro.

Cado grupo ficará com um tipo de carro diferente:

  • Híbrido
  • Elétrico
  • Movido e energia solar
  • Movido a Hidrogênio
  • Biodiesel

Explique que cada grupo irá pesquisar rapidamente para preencher a ficha do carro, criar um bom nome para o carro e desenhar um possível motor para ele. Instigue eles a colorirem o “Carrinho Invertido” e apresentá-lo como protótipo do carro em questão. Ao final, cada grupo irá apresentar para o restante da sala sua ficha.

Materiais Necessários: Lápis/Caneta, Ficha do Carro (1 p/grupo), “Carrinho Invertido” (1 por grupo).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. 

Ao término das apresentações, aproveite para retomar os conceitos iniciais da aula explicando a diversidade de fontes de energia que nós temos hoje no mundo para utilizar como combustível para as nossas máquinas e carros.

Finalize a aula dizendo que mesmo os carros elétricos não emitindo gases e poluentes enquanto é dirigido, ele ainda assim produz poluentes em seu processo de fabricação. Contudo, hoje é a alternativa mais viável para carros não-poluentes, e seus preços tem abaixado cada dia mais.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.vivotech.com.br/motor-eletrico-x-combustao/

https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/18044516/estudo-mostra-que-etanol-de-cana-emite-menos-gas-carbonico-para-a-atmosfera-do-que-a-gasolina

http://www.transitoideal.com.br/pt/artigo/1/condutor/81/fontes-de-energia-parao-transporte-voce-conhece-todas-elas

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2020/05/28/enche-o-tanque-com-o-que-entenda-a-tecnologia-por-tras-do-carro-hibrido.htm




2) Máquina de Perguntas e Respostas – Aula de Ciências (Ciências Game Show)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Identificar e Listar o conhecimentos aprendidos na área de Ciências; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Propor questões e respostas para o seu grupo sobre Ciências e seus conteúdos; 

Ao Nível de Aplicação: Solucionar questões em grupo sobre Ciências e afins; 

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando se os alunos se lembram do programa “Quem quer ser um Milionário”. Construa um cenário que favoreça um diálogo na sala de aula para que os alunos possam falar se já ouviram falar ou não, e o que sabem a respeito. Instigue os alunos perguntando se eles gostam de jogos e game shows, como era o programa.

Explique que os jogos de perguntas e respostas (ou quiz) ficaram famosos nos estados unidos depois da segunda guerra mundial. Esses programas começaram no rádio, e fizeram um grande sucesso no país. aliás, o maior programa do mundo é ainda feito por rádio até hoje. Após isso, os jogos de perguntas e resposta foram para a televisão e ficam ainda mais famosos!

Desafio

Tempo sugerido:  10 minutos

Orientações: Diga que os melhores jogadores de quiz sempre são pessoas curiosas, que querem aprender mais. Não importa se o tema é esportes ou ciências, bons jogadores sempre estão dispostos a saber tudo sobre tudo!

Dinâmica I) Game Show Rápido:

Apresente algumas perguntas divertidas para colocar os alunos no clima de Game Show. Você pode ler as perguntas, projetá-las ou escrever no quadro, o importante neste momento é começar a engajar os aluno. Leia cada uma e peça que eles respondam em voz alta, qual seria a alternativa correta.

1) Um urso gosta de comer frutos, mas também se alimenta de peixes, qual tipo de animal ele é?

a) herbívoro B) onívoro C) insetívoro D) carnívoro

2) Qual dos filmes ganhou mais oscars?

A) Ben-hur B) titanic C) senhor dos anéis: a sociedade do anel D) a lista de schindler

3) até 2019, o brasil teve quantos presidentes?

A) 35 B) 28 C) 38 D) 48

4) Quantos jogadores tem um time de handball em quadra?

A) 7 B) 9 C) 6 D) 5

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Diga que agora chegou a hora de agente criar nosso próprio Game Show, e ele será focado nos nossos aprendizados de Ciências nesse ano. Divida os alunos em grupos de 3 ou 4 crianças (de preferência o mesmo que montou a Máquina de Perguntas e Respostas). Distribua as fichas de perguntas e respostas para cada grupo (disponível aqui). Peça para cada grupo elaborar 4 perguntas e respostas sobre o conteúdo de ciência estudado até agora. Lembre-os para deixar assinalado a resposta no verso da ficha, de maneira contida.

Nós deixamos aqui a liberdade para o professor escolher o conteúdo que ele acredita ser o mais adequado para a elaboração de perguntas e respostas.

Explique como funcionará a dinâmica do game show:

Explique que metade do grupo irá ficar com uma Máquina de Perguntas e Respostas em sua mesa, recebendo alunos dos outros grupos, trocando as fichas e a programação da máquina, a cada nova ficha (pergunta) colocada nela. A cada resposta certa, o grupo que está respondendo ganha 1 moeda (disponível aqui para impressão). Cada grupo que está respondendo vai girando na sala, para outras máquinas, até se esgotarem as perguntas.

Os grupos que tiverem mais moedas ao final, pode ser declarado o vencedor.

Materiais Necessários: Lápis/Caneta, Fichas de Perguntas e Respostas, Moedas para Impressão, Máquinas de Perguntas e Respostas (Quiz).

Sistematização

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. Pergunte se gostaram de ter seus conhecimentos testados na forma de um game show. Caso seja possível, dê uma premiação para o grupo(s) vencedor(es).

Finalize a aula agradecendo a participação e esforço de todos e, lembrando que a gente também pode aprender e se testar de maneira divertida.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




8) O Robô Artista – Aula de Ciências (A Importância de Energia Elétrica)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Reconhecer a importância da energia elétrica no nosso dia a dia; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir um pequeno robô feito a pilha e fio de cobre;

Ao Nível de Aplicação: Concluir que o robô se move por se tratar de circuito fechado de correte elétrica; 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

Projete a imagem e peça a turma que a observe cuidadosamente. Pergunte se alguém conhece um equipamento semelhante na comunidade ou em outro lugar. Pergunte se sabem o nome. Ouça-os atentamente, em seguida comente que a água sempre foi utilizada ao longo da história para produzir energia através de um equipamento como este chamado de moinho ou roda d’água. Diga que o moinho utiliza a energia mecânica da água, principalmente para moer grãos, irrigar, e em alguns casos gerar energia elétrica. E é assim que uma usina hidroelétrica gera a nossa energia elétrica.

Caso não possa projetar, Imprima a imagem e distribua entre os alunos.

Para você saber mais:

Roda d’água movida pela correnteza do rio em diferentes épocas do ano. 2016 (8min09seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=FXK3BKE7jSA> Acesso em: 25 jan 2019.

Desafio

 

Tempo sugerido:  15 minutos

Orientações: Organize a turma em equipes de quatro alunos e peça que cada uma liste nomes de aparelhos que funcionam com energia elétrica. Em seguida, peça que as crianças circulem os aparelhos que proporcionam conforto às pessoas e que sublinhem aqueles que elas consideram imprescindíveis – ou seja, sem os quais a gente não conseguiria viver. Estabeleça um tempo para que os grupos compartilhem suas discussões. É esperado que os estudantes citem uma grande variedade de aparelhos que proporcionam conforto e segurança. E que concluam que seria muito difícil viver sem energia elétrica. Registre as principais ideias levantadas pela garotada.

 

Mão na Massa

 

Tempo sugerido: 20 minutos

Orientações: 

Comente que agora vamos criar nosso primeiro aparelho elétrico com apenas 1 pilha. Pergunte se eles acreditam ser possível criar um pequeno robô com apenas 1 pilha e, analise as respostas com bom humor. Vamos colocar as mãos na massa!

Passo 1)
Junte nossos materiais!

Passo 2)
Faça sua “escultura” com o fio de cobre. É importante que ele tenha um ponto de contato com o polo da pilha, e outro com o ímã. Seja criativo!

Passo 3)
Agora é encaixar nosso fio a pilha e íma, e observar! Ele vai girar, não é o máximo ?!

O resultado esperado é este:


Mas o que explicar para os pequenos que aconteceu para os alunos? Diga que eles fizeram um motor elétrico! (ou DC) Isso significa que a eletricidade está “caminhando” para apenas uma direção.

Materiais Necessários: 1 Pilha AA, 20cm max de fio de cobre, 1 Ímã Neodímio pequeno, 1 Pequeno alicate. (todos os itens são por grupo de alunos)

 

 

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: A essa altura, os alunos já perceberam a importância dos objetos que funcionam com energia elétrica. Agora, é o momento de finalizar o estudo sobre o caminho da corrente elétrica – ou seja, como que o nosso “robô” está girando. Pergunte “Por que nosso robô começou a girar”. Peça que registrem suas hipóteses com desenho ou por escrito. Após a leitura das hipóteses, explique que nós fechamos um circuito com um gerador de energia elétrica, o ímã e o fio de cobre.

Solicite que os alunos registrem a montagem no caderno por meio de desenho, identificando o gerador de energia (pilha), o fio condutor, a resistência elétrica (filamento da lâmpada) e o caminho percorrido pela corrente elétrica. Quando está fechado, o circuito permite a passagem da corrente, fazendo o fio de cobre girar. Quando aberto, não há passagem de corrente e o fio não gira.

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

R.C. Hibbeler, Mecânica – Estática, Oitava Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1999.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/cap2-1.html

https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_the_internal_combustion_engine




7) O Lançador de Discos -Aula de Ciências (Movimentos da Terra)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Reconhecer diferentes movimentos do planeta terra no universo; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir representações dos movimentos de Rotação e Translação;

Ao Nível de Aplicação: Concluir que o Planeta terra exerce dois tipos de movimentos e, que esses movimentos existem em outros lugares também; 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

EF04CI11 – Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários em diferentes culturas.  
Contexto

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações:

Comece a aula contando uma história para os alunos: Eu tenho uma amiga muito querida que mudou-se para o Japão. Eu estou com muita saudade, não estou conseguindo falar com ela por telefone. Toda vez que ligo para ela lá, está de noite no japão (ela está dormindo), mas é de dia ainda aqui. Por que será que isso acontece? Se houver um globo na sala, localize com os alunos onde está o Brasil e onde está a China. Você pode pedir a um ou dois alunos voluntários que localizem esses países, ou passar o globo entre os alunos para que cada um observe as localizações. Em seguida, inicie uma discussão.

Discuta com a turma:

  • Vocês já ouviram falar que em outros países é noite quando aqui no Brasil é dia?
  • Vocês já tentaram falar com alguém em outro país?
  • Por que será que isso acontece?

Registre o que os alunos forem falando. Você pode, por exemplo, montar um quadro SQA (O que sabemos? O que queremos saber? O que aprendemos?), com uma coluna para cada uma dessas perguntas e ir registrando o que eles disserem aqui na coluna S (O que sabemos?). Esse quadro pode ser usado durante toda a unidade, ou para cada aula. Você também pode inserir uma coluna C (Como vamos descobrir?), passando a um quadro SQCA.

Em seguida, comente sobre a atividade que será realizada: Hoje nós vamos investigar os motivos pelos quais o sol se movimenta no céu, produzindo o dia e a noite. Também entenderemos por que nem todos os lugares do mundo estão em um mesmo horário em um dado momento.

Leia mais sobre o uso do quadro SQA (ou SQCA) em http://www.storyboardthat.com/pt/articles/e/kwl-chart (Acesso em 06/05/2018).

Desafio

Tempo sugerido:  15 minutos

Orientações: Peça a uma criança para ler a questão disparadora, e complemente com as demais provocações:

  • O que vocês percebem ao observar o Sol ao longo do dia?
  • Já percebeu que, ao longo do dia, ele parece se movimentar no céu?
  • O que tem no universo?
  • Como os corpos celestes se organizam no espaço?

Deixe que eles levantem hipóteses sobre o assunto. Não se preocupe em responder neste momento aos questionamentos que surgirão, apenas os estimule a discutir sobre o assunto.

Divida a turma em grupos de 3 ou 4 alunos. Peça para cada grupo montar um quadro SQA (O que sabemos? O que queremos saber? Como podemos aprender?) em uma folha única (A4 ou do próprio caderno) para o grupo, com uma coluna para cada uma destas perguntas e ir registrando a opinião de todos os membros do grupo. As respostas que esperamos irão vir em torno de “Rotação e Translação são movimentos..” para a pergunta “O que sabemos”, “O que acontece quando juntamos rotação com translação ou ventilador com elevador?” para “O que queremos saber”, e “Construir um protótipo dos dois, fazer um experimento..” para “Como podemos aprender?”.

Estimule respostas criativas e, caminhe pela sala enquanto os alunos estão desenvolvendo suas respostas para os seus quadrantes.

Ao fim da aula, comente que no próximo encontro vamos construir um protótipo para descobrir o que acontece quando “somamos” rotação com translação.

 

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Divida as crianças em seis grupos. Proponha que cada grupo monte, com as duas imagens acima (1 e 2), uma representação do Sol e demais elementos.

Divida os seis grupos em duas partes. Cada três grupos ficará responsável por representar dois pontos: o movimento aparente do sol e o movimento de rotação da Terra.

A ideia é que os alunos discutam nos grupo como montar a representação, que papel o Sol desempenha e quais relações estabelece com os demais astros. Acompanhe os grupos e faça perguntas como:

  • Nesta composição o Sol aparece como vemos ou como está no universo?
  • Quais movimentos acontecem nessa representação?
  • Como vocês organizaram essa representação?
  • O que faz cada um desses elementos?

Os grupos podem fazer representações em desenhos dos movimentos da terra e sol, mas também de forma física utilizando-se de esferas para representar a terra, e a lanterna (projeto montado nas aulas maker) para representar o sol.

Fique atento às discussões dos alunos, principalmente na parte conceitual, na organização das sombras e no movimento de rotação. Se necessário, forneça algumas informações para garantir a construção apropriada do modelo. A ideia aqui é que eles consigam concluir na discussão que a terra faz dois tipos de movimento: “Rotação” e “Translação”. O que será sistematizado posteriormente.

Materiais Necessários: Folhas A4, Esferas de isopor, Lanterna (Projeto maker montado anteriormente).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Relembre que, assim como o Lançador de Discos, construído pelo grupo nas aulas Maker, a terra também performa dois tipos de movimento no universo: “Rotação” e “Translação”, confirme tais informações mostrando as duas imagens acima. Exemplifique com o próprio corpo o que é rotação (girar em torno do próprio eixo) e translação (mover-se pelo espaço).

É provável que eles cheguem à conclusão de que, apesar de parecer que o Sol se movimenta ao longo do dia, isso acontece devido ao movimento de rotação da Terra. Por isso, a Terra, ao movimentar-se, faz parecer para nós que é o Sol que está se movimentando. Se as crianças não chegarem à essas conclusões, retome os questionamentos feitos no Mão na Massa e estimule nova observação das imagens. Conforme os alunos fazem as apresentações e conclusões, registre-as no quadro ou em um cartaz, onde seja possível colocar a imagem e a observação realizada.

Para finalizar o tema, mostre o vídeo abaixo para os alunos:

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

R.C. Hibbeler, Mecânica – Estática, Oitava Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1999.

SILVA, Domiciano Correa Marques da. “Equilíbrio do corpo extenso”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/fisica/equilibrio-corpo-extenso.htm. Acesso em 21 de maio de 2020.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

http://www.uel.br/cefe/portal/pages/discobolo-de-miron.php

http://efisica.if.usp.br/mecanica/basico/centro_gravidade/equilibrio/

http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/cap2-1.html

 




6) O RobôDino (Cadeias Alimentares e Extinção)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Distinguir diferentes espécies de Dinossauros e suas características, Associar equilíbrio da cadeia alimentar ao meio ambiente; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir um dossiê com características dos Dinossauros, além de Inferir sobre o papel deles antigamente na cadeia alimentar; 

Ao Nível de Aplicação: Concluir que as cadeias alimentares são precisam de equilíbrio com o meio ambiente; 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF04CI04 – Analisar e construir cadeias alimentares simples, reconhecendo a posição ocupada pelos seres vivos nessas cadeias e o papel do Sol como fonte primária de energia na produção de alimentos.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Inicie a aula mostrando a imagem acima. Pergunte aos alunos do que eles acham que se trata tal ilustração. Instigue perguntando o que seriam as setas de um lado para o outro, o que é cada “sombra”.

Discuta com a turma:

  • São animais desenhados?
  • Quais são esses animais?
  • Todos eles existem até os dias de hoje?
  • Por que alguns existem e outros não hoje em dia?

Não se preocupe com a precisão das respostas no momento. A intenção é provocar os alunos em torno do nosso assunto. Encerre o contexto explicando que se trata de uma cadeia alimentar da Era Jurássica. Mas o que é uma cadeia alimentar?

Desafio

 

Tempo sugerido:  10 minutos

Orientações: Ofereça aos alunos a imagem acima da cadeia alimentar. Pergunte aos alunos se eles já sabiam o que é uma “Cadeia Alimentar”. Assim, comece a explicar da base (Produtores) o que é cada ser vivo da imagem. A partir daí, vá subindo na cadeia até o topo com o T-Rex. Os maiores compõem a base da cadeia. Comente que os produtores de energia (na base), tem essa “energia” ou “alimento” passados para os andares de cima da pirâmide.

Discuta com a Turma:

  • Quem são os animais herbívoros e carnívoros nessa cadeia?
  • Quem produz energia?
  • O que acontece se retirarmos algum animal dessa cadeia alimentar?

Escreva a cadeia alimentar capim > gafanhoto > sapo > cobra no quadro ou mostre um cartaz com imagens desses animais e as setas correspondentes. Sugira que os alunos façam uma escrevam uma cadeia semelhante em seus cadernos, retirem qualquer um dos seres vivos da cadeia e, escrevam as consequências diretas e indiretas dessa ação.

Abra para discussão geral focando as implicações disso. Quando ocorre a diminuição ou a extinção de determinada população, temos a diminuição de indivíduos que se alimentam dessa população e o aumento do número de organismos que serviam de alimento para ela.

Proponha que os alunos atentem para o fato de que, em uma cadeia alimentar, todos os organismos se relacionam, desde os tempos dos Dinossauros. 

 

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Fale com os alunos que agora vamos brincar de “Dossiê Dino”. Divida os alunos em até 5 grupos, e cada um deles ficará responsável a fazer uma rápida pesquisa sobre uma espécie de dinossauro específica. São eles T-Rex, Velociraptor, Triceratops, Braquiossauro e Parasaurolophus. Baseando-se em suas pesquisas, cada grupo irá preencher o seu Dossiê Dino (imprimir aqui) e ao final apresentar aos outros colegas de classe. Além disso, eles pode pintar com canetinhas e lápis de cor, seus RobôDinos de acordo com as características de suas espécies, e apresentar junto com o Dossiê Dino para a sala.

Caso você não tenha acesso à internet, pode imprimir as reportagens abaixo e entregar a cada grupo para concluírem seus Dossiês.

Grupo 1 – T rex: https://www.estudokids.com.br/tiranossauro-rex-caracteristicas-e-classificacao-cientifica/

Grupo 2 – Velociraptor: https://www.infoescola.com/dinossauros/velociraptor/

Grupo 3 – Triceratops: https://www.colegioweb.com.br/dinossauros/triceratops.html

Grupo 4 – Braquiossauro: https://escola.britannica.com.br/artigo/braquiossauro/480835

Grupo 5 – Parasaurolophus: https://www.colegioweb.com.br/dinossauros/parassaurolofo.html

Materiais Necessários: Dossiê Dino impresso, Lápis (colorido também), Caneta (coloridas também), RobôDinos.

Curiosidade: Você pode passar um vídeo com a reconstrução sonora dos sons e grunhidos dos antigos dinossauros em sala de aula:

Sistematização

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em montarem o projeto em grupo. Mostre a imagem acima e explique que assim como a cadeia alimentar da Era dos Dinossauros existia, ela também está presente nos dias de hoje. Lembre que os dinossauros foram extintos por uma causa externa (Meteoros e etc), mas que hoje nossos animais podem ser extintos por outras razões, muitas vezes como a interferência humana.

Pergunte o que os alunos acham que poderia causar a extinção dos animais hoje em dia. Proponha que busquem alguma relação entre o ambiente e a extinção e comentem as diferentes razões da diminuição da população de cada espécie. Caso não consigam estabelecer essa relação, pergunte, por exemplo, o que os alunos acham que aconteceria com os animais caso a floresta em que vivem fosse desmatada.

Finalize relembrando com eles o conceito de cadeia alimentar. Assim, todos podem concluir que a cadeia seria afetada e os animais que dependem dela estariam ameaçados.

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://escola.britannica.com.br/artigo/tiranossauro/482737

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160315_tiranossauro_descoberta_dominancia_lgb

https://escolakids.uol.com.br/ciencias/o-maior-dinossauro-mundo.htm

http://educacao.globo.com/biologia/assunto/ecologia/cadeias-e-teias-alimentares.html

https://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2013-04-24/cientistas-buscam-em-dinossauros-as-origens-da-postura-das-aves.html




5) A Lanterna – Aula de Ciências (“Relógio de Sol… Ou Luz?!)

Objetivos de Aprendizagem

Ao Nível de Conhecimento: Identificar e Constatar pontos cardeais de acordo com a posição do sol; 

Ao Nível de Solução de Problemas: Construir um protótipo de Relógio de Sol, além de Inferir e Debater sobre suas posições e horários; 

Ao Nível de Aplicação: Estimar o horário baseando-se em pontos cardeais e posição do sol (lanterna); 

Competências Gerais da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF04CI09 – Identificar os pontos cardeais, com base no registro de diferentes posições relativas do Sol e da sombra de uma vara (gnômon).

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Leia com os alunos o Título da aula. Comece perguntando para eles como nós visualizamos as horas. É provável que eles respondam imediatamente o relógio. Provoque perguntando se existe alguma outra maneiro de visualizar o horário.
O momento é de motivar os alunos para o tema, e instigar o pensamento da turma em torno do assunto.

Desafio

Tempo sugerido:  10 minutos

Orientações: Peça a uma criança para ler a questão disparadora, e pergunte se alguém consegue decifrar o código da imagem. Diga que cada imagem pode significar um número diferente.

Após a provocação inicial, explique que o desenho acima é um “Relógio de Sol” e consegue mostrar o horário baseando-se a posição da nossa estrela maior, o sol. Mostre a imagem abaixo para ilustrar o conceito aos alunos.

Para saber mais: 

O relógio de sol é um relógio que indica as horas conforme a projeção da luz solar, ou seja, é um dispositivo que não depende de trabalho mecânico.

A necessidade de medir o tempo incentivou a invenção de formas que servissem para que as pessoas pudessem se orientar temporalmente. Isso era importante para que elas soubessem, por exemplo, quais eram as épocas de plantio e colheitas.

Uma dessas primeiras formas de mediação é o relógio de sol, inventado há muitos anos. Depois dele, surgiram o relógio de água e o relógio de areia, os quais também são conhecidos respectivamente pelos nomes clepsidra e ampulheta.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/relogio-de-sol/

Mão na Massa

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: 

Divida as crianças em grupos de 3 ou 4 alunos. Entregue a eles folhas impressas com a imagem acima “Qual é a Senha?”. Solicite que eles observem atentamente as imagens e discutam que horário eles acreditam estar representado naquele desenho. É importante informar aos alunos que faremos uma ideia aproximada do horário e não exata. Pergunte: Que elementos constituem esta imagem?, Como é possível obter uma sombra?, Que elemento é responsável pela sombra?. É importante que os alunos percebam a importância do Sol e sua posição aparente para a definição do horário.

Apresente a imagem abaixo e explique que ao se “mover” no céus (segundo a nossa perspectiva) o sol pode ser utilizado como marcador de horário, pois tem movimentos pré-definidos e previsíveis.

Após a discussão das questões e a discussão dos grupos relativas ao provável horário, proponha que eles representem o movimento aparente do Sol, fazendo as sombras em uma vara. Entregue o material e os oriente a montar a representação: espetar o palito no papelão (que terá colado nele a rosa dos ventos), identificar o nascente e o poente e, com a lanterna representar o movimento aparente do Sol. Oriente-os a fazer isso e observar a imagem, tentando identificar na representação as sombras dos relógios e, percebendo a localização do Sol, identifiquem o período do dia e, consequentemente, o horário aproximado. Circule entre entre os grupos e discuta com eles a posição da lanterna, identificando na rosa dos ventos o nascente e o poente. Pergunte: Se o Sol está mais perto do nascente, que período do dia representa?, Se o Sol está na metade de seu trajeto em direção ao poente, em que período estamos?, entre outras, a fim de fazê-los refletir sobre este movimento aparente, a projeção da sombra na vara e o provável horário do dia.

Materiais Necessários: Papelão de aprox 25cm (para cada grupo), Lanterna montada, Rosa dos Ventos colado no papelão (Clique-aqui para ter acesso e imprimir), Espeto de Churrasco, Canetas ou Canetinhas, Imagens impressas dos horários (Clique-aqui para ter acesso e imprimir).

Sistematização

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Organize os alunos em semicírculo. Mostre uma imagem e solicite que comentem o horário aproximado que definiram para aquela imagem e o porquê. Aproveite as justificativas e peça que os alunos a demonstrem com a lanterna e a vara. Solicite que os demais grupos contribuam com a discussão. Passe para a imagem seguinte, com o mesmo procedimento. Monte um painel no quadro ou em um papel grande com a imagem, o horário aproximado definido e as justificativas dos alunos. No painel é possível incluir também, por meio de desenho, a posição do Sol.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

R.C. Hibbeler, Mecânica – Estática, Oitava Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1999.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Website:

https://www.todamateria.com.br/relogio-de-sol/