5º) Você não vai acreditar nisso!

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(1A-IC-17) – Trabalhar de maneira responsável e segura com outros de maneira online.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse plano de aulas tem como objetivo de conscientizar o aluno sobre os riscos da comunicação online e como podemos fazer isto de maneira segura.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Em qual você clicaria?

O que é clickbait e como você pode evitá-lo?

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula pedindo para os alunos abrirem o material na página 10, ou imprima aqui: imagens. Logo após, pergunte: Em qual desses títulos você clicaria primeiro? Por quê? Peça para os alunos compartilhar suas respostas com seus colegas.

Diga: Todos esses são títulos muito clicáveis, mas vamos votar para ver em qual título a maioria das pessoas clicaria primeiro. Quando eu ler cada manchete, levante a mão se for aquele em que você clicaria primeiro.

Leia cada exemplo e calcule o número de votos de cada um. Em seguida, releia a manchete com mais votos e diga: Para quem escolheu esta, por quê? O que chamou sua atenção?

Convide os alunos a compartilhar por que eles clicaram. Tente fazer com que eles identifiquem quais informações especificamente eles esperam encontrar.

Discuta com a turma:

Explique que todos esses títulos foram criados para tentar fazer você clicar neles. Eles fazem isso usando algo chamado Lacuna da curiosidade.A lacuna da curiosidade é o desejo que as pessoas têm de descobrir as informações que faltam.

Diga: Por exemplo, pense em seu ator ou cantor favorito. Você já se perguntou onde eles nasceram? Ou o que gostam de fazer nas horas vagas? Por que você acha que está interessado nisso? É porque sua mente não gosta que faltem peças ou “lacunas” nas coisas que conhecemos. Cada uma dessas manchetes está fazendo seu cérebro pensar que há uma lacuna em algo que você já conhece.

Qual é a lacuna de curiosidade?

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula pedindo para os alunos abrirem o material nas páginas 11 e 12, ou imprima aqui: tabela 1 e 2.  Logo após,  leia as instruções em voz alta. Explique que eles verão exemplos de manchetes que usam a lacuna de curiosidade para chamar sua atenção.

Leia o exemplo 1 para a classe, “Vá em frente e jogue aquele videogame: pode ser bom para você”. Pergunte: Como esta imagem e título se referem a algo que você já conhece? Revezem-se para compartilhar suas ideias com seu colega.

Dê aos alunos um minuto para formarem duplas e peça para responderem a tabela. 

Discuta com a turma: 

Convide-os a compartilhar suas respostas.

Peça-lhes que identifiquem palavras específicas nos títulos sobre as quais eles já tenham algum conhecimento. 

Pergunte: Que lacuna de conhecimento estes títulos dizem que preencherá? 

Peça que identifiquem “falhas” específicas em seu conhecimento do tópico, como “por que jogar videogame é bom para você”. 

 

Evitando Clickbait

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando: muitos tipos diferentes de manchetes e imagens usam a lacuna de curiosidade para tentar fazer com que você clique neles, incluindo muitos sites de notícias. Mas nem todos são iguais. Alguns são “clickbait”. O que você acha que a palavra “clickbait” significa? Revezem-se para compartilhar sua ideia com seu colega.

Dê um minuto para as dublas compartilharem e convide os alunos a falar para a turma. Ressalte que a palavra clickbait é uma palavra composta de “clique” (seguindo um link na internet) e “isca” (algo usado para fazer o peixe morder um anzol). Estas são as pistas do significado: uma imagem ou título online que tenta fazer com que você clique nele, geralmente para fins publicitários.

Diga: Fazendo com que você “morda o anzol” ou clique no link, os títulos clickbait ajudam os anunciantes a ganhar mais dinheiro. Quando muitas pessoas clicam em um link, um anunciante obtém mais tráfego e pode cobrar mais das empresas por seus anúncios. Não importa se as pessoas que clicam encontram o que procuram. Na verdade, quando você clica em clickbait, ele pode:

  • Possivelmente conduzir a sites que você não deseja acessar. Isso pode ser confuso e frustrante!
  • Infectar seu dispositivo com vírus de computador.
  • Levar alguém a roubar suas informações.

Portanto, se você encontrar um título que acredita ser clickbait, evite clicar nele. Em vez disso, faça uma pesquisa no título para ver se há outras fontes que fornecem as informações que você está procurando.

Peça para os alunos abrirem o material nas páginas 13, 14e 15, ou imprima aqui: folheto 1, 2 e 3, e diga: Às vezes, pode ser difícil dizer se um título é apenas indução de cliques ou se é algo que realmente vale a pena clicar. Mas existem algumas coisas que você pode procurar. Dê uma olhada no topo do folheto.

Revise com os alunos as instruções da Parte 1 e as sugestões para identificar indutores de cliques.

Complete o primeiro exemplo do folheto juntos. Fale para os alunos formarem duplas e convide-os a compartilhar. Peça aos alunos que completem o restante da apostila em duplas.

Discuta com a turma: 

Peça aos alunos que compartilhem suas respostas para os exemplos da apostila. Use a versão do professor (imprima aqui 1 e 2) para ajudar os alunos a usar detalhes específicos de cada exemplo.

 

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: 

 A internet está cheia de manchetes cativantes e imagens ultrajantes, tudo para nos deixar curiosos e chamar nossa atenção. Mas as crianças geralmente não percebem: o que você clica nem sempre é o que você obtém.

Você mostrou a seus alunos as melhores maneiras de evitar clickbait online.

Os alunos serão capazes de:

Definir “a lacuna de curiosidade”.
Explicar como clickbait usa a lacuna de curiosidade para chamar sua atenção.
Usar estratégias para evitar clickbait.

 

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.commonsense.org/

 

janeiro 23, 2023