2) Bola na Rede

Objetivos de Aprendizagem

(3A-IC-26) – Demonstrar maneiras como um algoritmo pode ser utilizado em contextos e matérias diferentes.

(3A-AP-17) – Decompor e Identificar algoritmos e programas que contenham sequências e laços simples.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando quem gosta de futebol. Para descontrair pergunte sobre os times que cada um torce, com comentários divertidos. Diga que hoje nós vamos programar um jogo de disputa de pênaltis, será que um computador consegue programar isso?

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

As instruções para a programação estão aqui: 

http://barcovoador.online/course/bola-na-rede/

Sistematização

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em programarem o projeto. 

Repasse com os aluno, bloco por bloco da programação, e pergunte para eles o que está acontecendo a cada bloco. Instigue a memória lógica permitindo a participação de todos.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

 




1) Salve a floresta

Objetivos de Aprendizagem

(3A-IC-26) – Demonstrar maneiras como um algoritmo pode ser utilizado em contextos e matérias diferentes.

(3A-AP-17) – Decompor e Identificar algoritmos e programas que contenham sequências e laços simples.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF05CI03 – Selecionar argumentos que justifiquem a importância da cobertura vegetal para a manutenção do ciclo da água, a conservação dos solos, dos cursos de água e da qualidade do ar atmosférico.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando se todos sabem o que é uma condicional. Comente que uma “condicional” nada mais é que uma programação baseada em uma condição. Utilize o exemplo: Se quisermos sair de casa e se estiver chovendo, usamos guarda-chuvas. Pergunte como nós poderíamos colocar essa sentença em um bloco de programação “se”.

Induza o raciocínio para algo parecido com isto:

SE 

está Chovendo

ENTÃO

utilize guardas chuvas

Caos seja necessário, dê outros exemplos parecidos com a mesma ideia de “traduzi-lo” para a linguagem dos computadores, ou linguagem que o computador poderia ler. Diga que agora vamos programar um game para salvar florestas que utiliza-se muito das “condicionais”.

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

As instruções para a programação estão aqui: 

http://barcovoador.online/course/salve-a-floresta/

Sistematização

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em programarem o projeto. 

Repasse com os aluno, bloco por bloco da programação, e pergunte para eles o que está acontecendo a cada bloco. Instigue a memória lógica permitindo a participação de todos.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

 




5º) Você não vai acreditar nisso!

Objetivos de Aprendizagem

(1A-IC-17) – Trabalhar de maneira responsável e segura com outros de maneira online.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse plano de aulas tem como objetivo de conscientizar o aluno sobre os riscos da comunicação online e como podemos fazer isto de maneira segura.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Em qual você clicaria?

O que é clickbait e como você pode evitá-lo?

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula pedindo para os alunos abrirem o material na página 10, ou imprima aqui: imagens. Logo após, pergunte: Em qual desses títulos você clicaria primeiro? Por quê? Peça para os alunos compartilhar suas respostas com seus colegas.

Diga: Todos esses são títulos muito clicáveis, mas vamos votar para ver em qual título a maioria das pessoas clicaria primeiro. Quando eu ler cada manchete, levante a mão se for aquele em que você clicaria primeiro.

Leia cada exemplo e calcule o número de votos de cada um. Em seguida, releia a manchete com mais votos e diga: Para quem escolheu esta, por quê? O que chamou sua atenção?

Convide os alunos a compartilhar por que eles clicaram. Tente fazer com que eles identifiquem quais informações especificamente eles esperam encontrar.

Discuta com a turma:

Explique que todos esses títulos foram criados para tentar fazer você clicar neles. Eles fazem isso usando algo chamado Lacuna da curiosidade.A lacuna da curiosidade é o desejo que as pessoas têm de descobrir as informações que faltam.

Diga: Por exemplo, pense em seu ator ou cantor favorito. Você já se perguntou onde eles nasceram? Ou o que gostam de fazer nas horas vagas? Por que você acha que está interessado nisso? É porque sua mente não gosta que faltem peças ou “lacunas” nas coisas que conhecemos. Cada uma dessas manchetes está fazendo seu cérebro pensar que há uma lacuna em algo que você já conhece.

Desafio

Qual é a lacuna de curiosidade?

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula pedindo para os alunos abrirem o material nas páginas 11 e 12, ou imprima aqui: tabela 1 e 2.  Logo após,  leia as instruções em voz alta. Explique que eles verão exemplos de manchetes que usam a lacuna de curiosidade para chamar sua atenção.

Leia o exemplo 1 para a classe, “Vá em frente e jogue aquele videogame: pode ser bom para você”. Pergunte: Como esta imagem e título se referem a algo que você já conhece? Revezem-se para compartilhar suas ideias com seu colega.

Dê aos alunos um minuto para formarem duplas e peça para responderem a tabela. 

Discuta com a turma: 

Convide-os a compartilhar suas respostas.

Peça-lhes que identifiquem palavras específicas nos títulos sobre as quais eles já tenham algum conhecimento. 

Pergunte: Que lacuna de conhecimento estes títulos dizem que preencherá? 

Peça que identifiquem “falhas” específicas em seu conhecimento do tópico, como “por que jogar videogame é bom para você”. 

Mão na Massa

Evitando Clickbait

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando: muitos tipos diferentes de manchetes e imagens usam a lacuna de curiosidade para tentar fazer com que você clique neles, incluindo muitos sites de notícias. Mas nem todos são iguais. Alguns são “clickbait”. O que você acha que a palavra “clickbait” significa? Revezem-se para compartilhar sua ideia com seu colega.

Dê um minuto para as dublas compartilharem e convide os alunos a falar para a turma. Ressalte que a palavra clickbait é uma palavra composta de “clique” (seguindo um link na internet) e “isca” (algo usado para fazer o peixe morder um anzol). Estas são as pistas do significado: uma imagem ou título online que tenta fazer com que você clique nele, geralmente para fins publicitários.

Diga: Fazendo com que você “morda o anzol” ou clique no link, os títulos clickbait ajudam os anunciantes a ganhar mais dinheiro. Quando muitas pessoas clicam em um link, um anunciante obtém mais tráfego e pode cobrar mais das empresas por seus anúncios. Não importa se as pessoas que clicam encontram o que procuram. Na verdade, quando você clica em clickbait, ele pode:

  • Possivelmente conduzir a sites que você não deseja acessar. Isso pode ser confuso e frustrante!
  • Infectar seu dispositivo com vírus de computador.
  • Levar alguém a roubar suas informações.

Portanto, se você encontrar um título que acredita ser clickbait, evite clicar nele. Em vez disso, faça uma pesquisa no título para ver se há outras fontes que fornecem as informações que você está procurando.

Peça para os alunos abrirem o material nas páginas 13, 14e 15, ou imprima aqui: folheto 1, 2 e 3, e diga: Às vezes, pode ser difícil dizer se um título é apenas indução de cliques ou se é algo que realmente vale a pena clicar. Mas existem algumas coisas que você pode procurar. Dê uma olhada no topo do folheto.

Revise com os alunos as instruções da Parte 1 e as sugestões para identificar indutores de cliques.

Complete o primeiro exemplo do folheto juntos. Fale para os alunos formarem duplas e convide-os a compartilhar. Peça aos alunos que completem o restante da apostila em duplas.

Discuta com a turma: 

Peça aos alunos que compartilhem suas respostas para os exemplos da apostila. Use a versão do professor (imprima aqui 1 e 2) para ajudar os alunos a usar detalhes específicos de cada exemplo.

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: 

 A internet está cheia de manchetes cativantes e imagens ultrajantes, tudo para nos deixar curiosos e chamar nossa atenção. Mas as crianças geralmente não percebem: o que você clica nem sempre é o que você obtém.

Você mostrou a seus alunos as melhores maneiras de evitar clickbait online.

Os alunos serão capazes de:

Definir “a lacuna de curiosidade”.
Explicar como clickbait usa a lacuna de curiosidade para chamar sua atenção.
Usar estratégias para evitar clickbait.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.commonsense.org/




4º) Direitos e Responsabilidades de um Criador

Objetivos de Aprendizagem

(1A-IC-17) – Trabalhar de maneira responsável e segura com outros de maneira online.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse plano de aulas tem como objetivo de conscientizar o aluno sobre os riscos da comunicação online e como podemos fazer isto de maneira segura.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Somos todos criadores

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando: O que significa a palavra “criador”? Peça para os alunos pensarem silenciosamente sobre esta questão e, logo em seguida, compartilharem suas respostas com os colegas. Após a discussão, esclareça que um criador é simplesmente alguém que cria algo, como uma foto, uma música ou até mesmo um prato de comida.

Saliente para os alunos que todos eles são criadores. Pergunte: Pense em uma vez em que você criou algo, quando escreveu uma ideia, tirou uma foto ou fez um vídeo de algo, fez uma obra de arte ou carregou algo que você fez na internet. O que foi isso?

Convide os alunos a compartilhar.

Questione: E quando você usou a criação de outra pessoa online, como uma imagem ou uma citação de um artigo?

Discuta com a turma:

Convide os alunos a compartilhar. Explique que quando criamos algo, é automaticamente nosso. Temos proteções para garantir que outros não usem nosso trabalho e digam que é deles. Essa proteção é chamada de copyright.

Desafio

  

O que é copyright?

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando: vocês já ouviram falar do termo “direitos autorais”? O que vem à mente quando vocês escutam essa palavra? 

Defina direitos autorais como a proteção legal que os criadores têm sobre as coisas que criam.

“Copyright: é nada mais que o direito autoral. Por meio desse registro, o autor de uma obra pode receber os lucros provenientes de sua venda ou processar aqueles que a utilizam sem autorização ou as copiam.”

Em seguida, Peça para os alunos abrirem a apostila nas páginas 16, 17 e 18, ou imprima aqui: Folheto, 1 e 2. Permita que os alunos trabalhem em grupos para completar o folheto. Use a versão do professor para apoiar os alunos enquanto trabalham, imprima aqui: 1 e 2.

Revise a primeira parte da tarefa com a turma, convidando os alunos a compartilhar. Abaixo estão algumas notas úteis para esclarecer mal-entendidos dos alunos:

  • Copyright: Não importa se um trabalho é uma cópia impressa ou digital, ele ainda está protegido por direitos autorais. Um copyright normal (com este símbolo) significa que você deve obter permissão do criador para usar a obra.
  • Licença: os criadores podem escolher o tipo de licença de direitos autorais que desejam. Eles podem determinar o quão estrito ou aberto ser em relação aos outros usando, compartilhando, alterando ou ganhando dinheiro com seu trabalho. Creative Commons é uma licença de direitos autorais que permite flexibilidade em como outros usam a obra (como para copiar, alterar ou ganhar dinheiro com ela).
  • Atribuição: Uma citação é uma versão formal de atribuição com informações muito específicas sobre o trabalho (ABNT, APA, etc.). Veja as práticas recomendadas para atribuição Creative Commons.
  • Plágio: quando você não fornece atribuição ao criador da obra, é como roubar

Peça aos alunos que trabalhem em grupos para completar a segunda parte do folheto. Esclareça que os alunos devem discutir suas ideias como um grupo antes de escrever suas respostas. Em seguida, peça aos alunos que compartilhem suas respostas.

Discuta com a turma:

Para finalizar a aula, pergunte: Vocês acham que os direitos autorais são importantes?

Por que importa quem recebe o crédito por algo?

Convide os alunos a responder. Enfatize que, além de benefícios concretos como dinheiro ou fama, também há justiça: se alguém se esforça e se dedica a criar algo, essa pessoa merece receber o crédito e ter uma palavra a dizer sobre como isso será usado.

Como cidadão e criador digital, você tem o direito de decidir como seu trabalho criativo está protegido por direitos autorais. Mas você também tem que ter responsabilidade quado precisar utilizar o trabalho dos outros.

Mão na Massa

Posso?

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando:  Digamos que vocês estejam fazendo uma reportagem sobre a história da Copa do Mundo. Vocês pesquisam imagens no Google e encontram a imagem perfeita de um fã que grita loucamente, e vocês desejam usar em seu relatório. Como você vai decidir se pode usar ou não?

Convide os alunos a responder. Enfatize que antes de usar qualquer imagem ou trabalho criativo de qualquer pessoa, os alunos devem seguir a prática “Pergunte e Atribua”.

Peça para os alunos abrirem a página 19 da apostila, ou entregue o material, imprima aqui: tabela, e explique que “Perguntar e atribuir” significa que antes de usar uma foto online, você deve:

  • “Perguntar” que tipo de licença de direitos autorais uma foto possui e se você precisa de permissão para usá-la, e
  • Se a licença permitir que você o use, certifique-se de “Atribuí-lo” ao seu criador.

Peça para os alunos abrirem na página 20 da apostila, ou imprima aqui: tabela, e explique aos alunos que para descobrir que tipo de licença uma imagem possui, eles precisam:

  • Fazer uma pesquisa de imagens para tentar encontrar o criador original da imagem.
  • Se a foto tiver direitos autorais regulares, envie um e-mail ou fale com o criador para pedir permissão.

Se os alunos obtiverem permissão, eles devem fornecer a atribuição listando o autor e a data e vinculando à fonte da foto. Você também pode pedir que usem uma citação, dependendo de sua prática em sala de aula.

Discuta com a turma: 

Peça para os alunos compartilharem o que entenderam e aprenderam com a aula.

OK ou de jeito nenhum?

Tempo de duração: 5 minutos

Orientações: dando continuação a aula, diga: Vou ler um cenário em voz alta. Depois que eu terminar, dê um polegar para cima ou para baixo para ver se está tudo bem, de acordo com as proteções de direitos autorais.

Aqui está o cenário: João tem que escrever um relatório científico sobre a origem de sua água local. Ele encontra um parágrafo em um site que é ideal para seu relatório. João copia com sua própria caligrafia e muda algumas palavras para que soe como algo que ele diria. Isso é “OK” ou “de jeito nenhum”?

Discuta com a turma:

Permita que os alunos mantenham o polegar para cima ou para baixo e convide-os a compartilhar seus motivos. Esclareça que a resposta correta é “de jeito nenhum” porque João copiou o artigo. Mesmo que ele tenha mudado algumas palavras e escrito com sua própria letra, ainda é plágio. Além disso, ele não forneceu atribuição.

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Finalize a aula realizando novamente o questionamento: Quais direitos e responsabilidades você tem como criador?

É comum que as crianças usem imagens que encontram online, para projetos escolares ou apenas para diversão. Mas as crianças nem sempre entendem quais imagens podem ser usadas e quais não. Você ajudou seus alunos a aprenderem sobre os direitos e responsabilidades que eles têm no que diz respeito às imagens que criam e usam.

Os alunos serão capazes de:

-Definir “direitos autorais” e explicar como ele se aplica ao trabalho criativo.

-Descrever seus direitos e responsabilidades como criadores.

-Aplicar os princípios de direitos autorais a cenários da vida real.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.commonsense.org/




4º) Direitos e Responsabilidades de um Criador

Objetivos de Aprendizagem

(1A-IC-17) – Trabalhar de maneira responsável e segura com outros de maneira online.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse plano de aulas tem como objetivo de conscientizar o aluno sobre os riscos da comunicação online e como podemos fazer isto de maneira segura.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Somos todos criadores

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando: O que significa a palavra “criador”? Peça para os alunos pensarem silenciosamente sobre esta questão e, logo em seguida, compartilharem suas respostas com os colegas. Após a discussão, esclareça que um criador é simplesmente alguém que cria algo, como uma foto, uma música ou até mesmo um prato de comida.

Saliente para os alunos que todos eles são criadores. Pergunte: Pense em uma vez em que você criou algo, quando escreveu uma ideia, tirou uma foto ou fez um vídeo de algo, fez uma obra de arte ou carregou algo que você fez na internet. O que foi isso?

Convide os alunos a compartilhar.

Questione: E quando você usou a criação de outra pessoa online, como uma imagem ou uma citação de um artigo?

Discuta com a turma:

Convide os alunos a compartilhar. Explique que quando criamos algo, é automaticamente nosso. Temos proteções para garantir que outros não usem nosso trabalho e digam que é deles. Essa proteção é chamada de copyright.

Desafio

  

O que é copyright?

Tempo sugerido: 25 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando: vocês já ouviram falar do termo “direitos autorais”? O que vem à mente quando vocês escutam essa palavra? 

Defina direitos autorais como a proteção legal que os criadores têm sobre as coisas que criam.

“Copyright: é nada mais que o direito autoral. Por meio desse registro, o autor de uma obra pode receber os lucros provenientes de sua venda ou processar aqueles que a utilizam sem autorização ou as copiam.”

Em seguida, Peça para os alunos abrirem a apostila nas páginas 16, 17 e 18, ou imprima aqui: Folheto, 1 e 2. Permita que os alunos trabalhem em grupos para completar o folheto. Use a versão do professor para apoiar os alunos enquanto trabalham, imprima aqui: 1 e 2.

Revise a primeira parte da tarefa com a turma, convidando os alunos a compartilhar. Abaixo estão algumas notas úteis para esclarecer mal-entendidos dos alunos:

  • Copyright: Não importa se um trabalho é uma cópia impressa ou digital, ele ainda está protegido por direitos autorais. Um copyright normal (com este símbolo) significa que você deve obter permissão do criador para usar a obra.
  • Licença: os criadores podem escolher o tipo de licença de direitos autorais que desejam. Eles podem determinar o quão estrito ou aberto ser em relação aos outros usando, compartilhando, alterando ou ganhando dinheiro com seu trabalho. Creative Commons é uma licença de direitos autorais que permite flexibilidade em como outros usam a obra (como para copiar, alterar ou ganhar dinheiro com ela).
  • Atribuição: Uma citação é uma versão formal de atribuição com informações muito específicas sobre o trabalho (ABNT, APA, etc.). Veja as práticas recomendadas para atribuição Creative Commons.
  • Plágio: quando você não fornece atribuição ao criador da obra, é como roubar

Peça aos alunos que trabalhem em grupos para completar a segunda parte do folheto. Esclareça que os alunos devem discutir suas ideias como um grupo antes de escrever suas respostas. Em seguida, peça aos alunos que compartilhem suas respostas.

Discuta com a turma:

Para finalizar a aula, pergunte: Vocês acham que os direitos autorais são importantes?

Por que importa quem recebe o crédito por algo?

Convide os alunos a responder. Enfatize que, além de benefícios concretos como dinheiro ou fama, também há justiça: se alguém se esforça e se dedica a criar algo, essa pessoa merece receber o crédito e ter uma palavra a dizer sobre como isso será usado.

Como cidadão e criador digital, você tem o direito de decidir como seu trabalho criativo está protegido por direitos autorais. Mas você também tem que ter responsabilidade quado precisar utilizar o trabalho dos outros.

Mão na Massa

Posso?

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando:  Digamos que vocês estejam fazendo uma reportagem sobre a história da Copa do Mundo. Vocês pesquisam imagens no Google e encontram a imagem perfeita de um fã que grita loucamente, e vocês desejam usar em seu relatório. Como você vai decidir se pode usar ou não?

Convide os alunos a responder. Enfatize que antes de usar qualquer imagem ou trabalho criativo de qualquer pessoa, os alunos devem seguir a prática “Pergunte e Atribua”.

Peça para os alunos abrirem a página 19 da apostila, ou entregue o material, imprima aqui: tabela, e explique que “Perguntar e atribuir” significa que antes de usar uma foto online, você deve:

  • “Perguntar” que tipo de licença de direitos autorais uma foto possui e se você precisa de permissão para usá-la, e
  • Se a licença permitir que você o use, certifique-se de “Atribuí-lo” ao seu criador.

Peça para os alunos abrirem na página 20 da apostila, ou imprima aqui: tabela, e explique aos alunos que para descobrir que tipo de licença uma imagem possui, eles precisam:

  • Fazer uma pesquisa de imagens para tentar encontrar o criador original da imagem.
  • Se a foto tiver direitos autorais regulares, envie um e-mail ou fale com o criador para pedir permissão.

Se os alunos obtiverem permissão, eles devem fornecer a atribuição listando o autor e a data e vinculando à fonte da foto. Você também pode pedir que usem uma citação, dependendo de sua prática em sala de aula.

Discuta com a turma: 

Peça para os alunos compartilharem o que entenderam e aprenderam com a aula.

OK ou de jeito nenhum?

Tempo de duração: 5 minutos

Orientações: dando continuação a aula, diga: Vou ler um cenário em voz alta. Depois que eu terminar, dê um polegar para cima ou para baixo para ver se está tudo bem, de acordo com as proteções de direitos autorais.

Aqui está o cenário: João tem que escrever um relatório científico sobre a origem de sua água local. Ele encontra um parágrafo em um site que é ideal para seu relatório. João copia com sua própria caligrafia e muda algumas palavras para que soe como algo que ele diria. Isso é “OK” ou “de jeito nenhum”?

Discuta com a turma:

Permita que os alunos mantenham o polegar para cima ou para baixo e convide-os a compartilhar seus motivos. Esclareça que a resposta correta é “de jeito nenhum” porque João copiou o artigo. Mesmo que ele tenha mudado algumas palavras e escrito com sua própria letra, ainda é plágio. Além disso, ele não forneceu atribuição.

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Finalize a aula realizando novamente o questionamento: Quais direitos e responsabilidades você tem como criador?

É comum que as crianças usem imagens que encontram online, para projetos escolares ou apenas para diversão. Mas as crianças nem sempre entendem quais imagens podem ser usadas e quais não. Você ajudou seus alunos a aprenderem sobre os direitos e responsabilidades que eles têm no que diz respeito às imagens que criam e usam.

Os alunos serão capazes de:

-Definir “direitos autorais” e explicar como ele se aplica ao trabalho criativo.

-Descrever seus direitos e responsabilidades como criadores.

-Aplicar os princípios de direitos autorais a cenários da vida real.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.commonsense.org/




4º) Minhas Escolhas de Mídia

Objetivos de Aprendizagem

(1A-IC-17) – Trabalhar de maneira responsável e segura com outros de maneira online.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse plano de aulas tem como objetivo de conscientizar o aluno sobre os riscos da comunicação online e como podemos fazer isto de maneira segura.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Minhas escolhas de mídia

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Comece a aula fazendo esse questionamento para a turma: O que torna uma escolha de mídia saudável? 

Antes da aula: Entregue aos alunos o folheto do Minhas Escolhas de Mídia (que se encontra na apostila, nas páginas 10 e 11, ou para imprimir aqui: Folheto)  e peça-lhes que preencham com o uso da mídia que fizeram ao longo da semana.

Eles devem considerar todos os tipos de mídia: TV, streaming de mídia, telefones celulares, livros, tablets, jogos, assistentes de voz (por exemplo, Google Home, Amazon, etc.) e assim por diante. 

Peça para os alunos abrirem o material nas páginas 6 e 7 (ou imprima aqui, folheto 1 e 2), responderem a tabela e as questões, depois discutam sobre essas escolhas de mídia.

Discuta com a turma:

Todos vocês provavelmente já ouviram a palavra “mídia” antes.

O que você acha que isto significa? 

Quais são alguns exemplos?

Compartilhem suas ideias com seus colegas.

Peça aos alunos que compartilhem com um colega algumas das opções de mídia mais interessantes ou exclusivas que listaram. 

Orientações: Dando continuidade a aula, explique que “mídia” tem significados diferentes, mas para a lição de hoje, você falará sobre mídia como todas as maneiras que grandes grupos de pessoas obtêm e compartilham informações (TV, livros, internet, jornais, telefones etc.). Pode incluir tudo, desde artigos de notícias a filmes e jogos. 

Diga: Todos nós fazemos escolhas todos os dias sobre a mídia que assistimos e usamos. Essas opções incluem o que assistimos, ouvimos, lemos ou mesmo criamos online. Mas nem todas as opções de mídia são iguais. Na verdade, escolhas diferentes podem nos fazer sentir de maneira muito diferente.

Peça para os alunos seguirem as instruções que se encontram nas páginas 11 e 12 da apostila, ou imprima aqui: Atividade

Discuta com a turma:

Peça para algum aluno ler cada tabela.

Questione-os:

Como vocês se sentiriam com essas escolhas de mídia?

Por que vocês acham que isso afetaria vocês de alguma forma?

Faça com que os alunos compartilhem suas opiniões.

Desafio

Reflexão sobre o equilíbrio da mídia

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicia a aula pedindo para os alunos abrirem na página 13 da apostila, ou imprima o material aqui: Tabela. Ajude os alunos a pensar sobre como cada parte da tabela pode tornar uma escolha de mídia mais (ou menos) saudável.

Reforce a ideia de que escolhas saudáveis de mídia envolvem uma combinação de quê? Quando? e quanto? que é único para cada pessoa e cada escolha de mídia. Enfatize também que o que parece saudável também pode depender de como as escolhas de mídia das pessoas afetam as pessoas ao seu redor, ou outras pessoas online.

Discuta com a turma: 

Peça para os alunos compartilharem suas ideias em relação a tabela apresentada.

Mão na Massa

Refletindo sobre minha mídia

Tempo sugerido: 10 minutos

Orientações: Inicie a aula pedindo aos alunos para abrirem o material nas páginas 14 e 15  , ou imprima aqui: Questionário 1 e 2. Dê aos alunos 10 minutos para concluir a atividade. 

Discuta com a turma: 

Recolha as apostilas e os folhetos e distribua aleatoriamente.

Peça para os alunos lerem as respostas de seus colegas.

Discutam em conjunto as respostas. 

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Finalize a aula realizando novamente o questionamento: O que torna uma escolha de mídia saudável?

Todos nós fazemos escolhas todos os dias sobre a mídia que consumimos e criamos. Mas as crianças entendem o que torna uma escolha de mídia saudável ou não? Dica: é mais do que apenas o tempo de tela. Você utilizou as atividades desta lição para dar às crianças uma estrutura para fazer escolhas de mídia informadas.

Os alunos serão capazes de:

  • Aprender o tópico “Qual? Quando? Quanto?” estrutura para descrever suas escolhas de mídia.
  • Usar essa estrutura e suas respostas emocionais para avaliar o quão saudáveis são os diferentes tipos de escolhas de mídia.
  • Começar a desenvolver sua própria definição de um equilíbrio de mídia saudável.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.commonsense.org/




4º) Segurança: As Redes Sociais e nossos Rastros

Objetivos de Aprendizagem

(1A-IC-17) – Trabalhar de maneira responsável e segura com outros de maneira online.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esse plano de aulas tem como objetivo de conscientizar o aluno sobre os riscos da comunicação online e como podemos fazer isto de maneira segura.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula perguntando : O que você nota nesta imagem? O que você pode inferir sobre o animal que deixou isso? Faça os alunos compartilharem suas ideias com seus colegas. Se necessário, esclareça que uma dedução é uma suposição fundamentada que você faz com base em evidências. 

Mostre a imagem acima para os alunos e discuta coma turma.

Discuta com a turma:

Ele tinha patas, andava na terra ou tinha garras?

Peça aos alunos que façam inferências mais profundas sobre a vida do animal com base nesses fatos; por exemplo: 

O que o animal comeu?

O que isso se parece?

Orientações: Dando continuação a aula, pergunte: O que você nota nesta imagem? O que você pode inferir sobre este animal? Faça os alunos compartilharem suas ideias com seus colegas. 

Discuta com a turma: 

Peça aos alunos que compartilhem suas respostas. 

Explique aos alunos que este é um fóssil. 

Fósseis são partes de um animal que são salvas e preservadas na terra por milhões de anos.

Orientações: Dando continuação a aula, pergunte: Essas imagens são exemplos de como os animais deixam marcas em seu mundo, mesmo depois de terem partido. Podemos aprender coisas sobre animais com base nessas impressões. Em alguns casos, como com os fósseis, essas marcas duram para sempre. E os humanos? Que marcas deixamos no mundo?

Discuta com a turma:

Peça aos alunos que compartilhem suas respostas. As respostas podem incluir nossos ossos, nossas pegadas, edifícios, etc.

Orientações: Dando continuação a aula, pergunte: Além dos rastros físicas que deixamos na Terra, também deixamos um rastro quando estamos online. E esse rastro, assim como um fóssil, pode dizer muito sobre nós e pode durar muito tempo. Isso é chamado de rastro digital e é um registro do que fazemos online, incluindo os sites que visitamos e as coisas que postamos. Também pode incluir coisas que outras pessoas publicam, como fotos nossas ou comentários sobre nós. Nem tudo em nosso rastro está sob nosso controle.

Discuta com a turma:

Quais rastros digitais você deixa online?

O que esse rastro diz sobre você?

Você acha que isso é seguro?

Desafio

Rastros de Helena

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações:

Inicie a aula falando com os alunos que o material para esta tarefa se encontra nas páginas 8 e 9 da apostila, ou imprima aqui: Tabela. Peça a um aluno que leia as instruções e instrua os pares a trabalharem juntos para preencher o folheto. Dê aos alunos 10 minutos para trabalhar.

Discuta com a turma:

Convide grupos para compartilhar suas respostas do folheto. Para os dois últimos, deixe claro que, embora Helena tenha controle sobre se ela joga videogame e sai com seus amigos, ela não tem controle sobre as pontuações do jogo e as fotos que são postadas.

Discuta com eles que o rastro digital de Helena nos diz muito sobre ela e envolve coisas que estão dentro e fora de seu controle. O rastro dela é como um fóssil no sentido de que vai durar muito tempo. Mesmo se ela tentar excluir a atividade, ela ainda estará armazenada em algum lugar e poderá ser acessada por alguém.

Possíveis respostas:

Avalie: Por Sua Honra

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Inicie a aula dizendo:  Visto que nossos rastros digitais duram muito tempo e nem sempre estamos no controle do que se torna parte de nosso rastro, temos algumas responsabilidades quando se trata de estar online. A responsabilidade é algo em que devemos pensar antes de agirmos. Nesse caso, somos responsáveis por nós mesmos e pelos outros antes de fazermos algo online.

Discuta com a turma:

Pergunte aos alunos qual a opinião deles sobre:

Quais são algumas das nossas responsabilidades por estar online? 

Tanto para nós mesmos quanto para os outros?

Instruções: Reserve um momento da aula para pensar silenciosamente sobre essas questões. Em seguida, compartilhe sua resposta com seu colega.

Orientações: Dando continuação a aula, peça aos alunos que compartilhem suas respostas e registre-as no gráfico:

As respostas possíveis incluem:

Mão na Massa

Tempo sugerido: 15 minutos

Orientações: Mostre a imagem acima (também disponível no material didático nas páginas 6 e 7) e também para impressão, no link: Imprimir. Lá teremos uma atividade sobre redes sociais. Peça para os alunos completarem a tabela em conjunto e, em seguida, responderem as questões. Depois discuta com toda a turma sobre as respostas que deram. 

Materiais necessários: Lápis/ caneta, Material didático (páginas 6 e 7).

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Diga aos alunos que seu rastro digital pode afetar sua reputação online por muito tempo. Mas que eles nem sempre percebem que os rastros digitais não são apenas um assunto pessoal. Mostre a eles como podem contribuir para uma reputação digital positiva, tanto para eles próprios quanto para os outros.

Os alunos serão capazes de:

-Definir o termo “rastro digital” e identificar as atividades online que contribuem para isso.

-Identificar as maneiras pelas quais eles controlam – ou não – seu rastro digital.

-Entender quais responsabilidades eles têm em relação aos seus rastros digitais e aos dos outros.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

Websites:

https://www.commonsense.org/




18) Macaco BlackJack

Objetivos de Aprendizagem

(1A-AP-10) – Desenvolver programas com sequências e/ou laços simples para expressar ideias ou resolver problemas.

(1A-AP-14) – Identificar e solucionar erros em algoritmos e programas que contenham sequências e laços simples.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF03MA05 – Utilizar diferentes procedimentos de cálculo mental e escrito para resolver problemas significativos envolvendo adição e subtração com números naturais.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Inicia a aula comentando que hoje nós vamos criar um jogo de cartas, mas de maneira digital. Ele se chama “21”!

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

As instruções para a programação estão aqui: 

http://barcovoador.online/course/21-2/

Sistematização

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em programarem o projeto. 

Repasse com os aluno, bloco por bloco da programação, e pergunte para eles o que está acontecendo a cada bloco. Instigue a memória lógica permitindo a participação de todos.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;

 




[EXTRA] Procurando Elvis

Objetivos de Aprendizagem

(1A-AP-10) – Desenvolver programas com sequências e/ou laços simples para expressar ideias ou resolver problemas.

(1A-AP-14) – Identificar e solucionar erros em algoritmos e programas que contenham sequências e laços simples.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

EF03CI01 – Produzir diferentes sons a partir da vibração de variados objetos e identificar variáveis que influem nesse fenômeno.

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Inicia a aula comentando que hoje nós vamos criar um jogo sobre um cachorro diferente chamado… elvis! Mas para isso vamos precisar programar como o som se espalha pelos lugares.. Será que isso é possível?

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

As instruções para a programação estão aqui: 

http://barcovoador.online/course/doguinho/

Sistematização

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em programarem o projeto. 

Repasse com os aluno, bloco por bloco da programação, e pergunte para eles o que está acontecendo a cada bloco. Instigue a memória lógica permitindo a participação de todos.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;




17) Tubarão Comilão

Objetivos de Aprendizagem

(1A-AP-10) – Desenvolver programas com sequências e/ou laços simples para expressar ideias ou resolver problemas.

(1A-AP-14) – Identificar e solucionar erros em algoritmos e programas que contenham sequências e laços simples.

Competências da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) Utilizadas

Esta aula compõe os pilares de Letramento Tecnológico e Letramento Científico da metodologia Flylab da Barco Voador.

Contexto

Tempo sugerido: 3 minutos

Orientações: Inicia a aula comentando que hoje nós vamos criar um jogo sobre um… tubarão! Mas para isso vamos precisar programar a gravidade dentro do mar.. Será que isso é possível?

Mão na Massa

Tempo sugerido: 50 a 100 minutos

Orientações: 

As instruções para a programação estão aqui: 

http://barcovoador.online/course/tubarao-comilao/

Sistematização

 

Tempo sugerido: 5 minutos

Orientações: Permita que compartilhem seus aprendizados e dificuldades em programarem o projeto. 

Repasse com os aluno, bloco por bloco da programação, e pergunte para eles o que está acontecendo a cada bloco. Instigue a memória lógica permitindo a participação de todos.

Referências Bibliográficas:

CASTELAN, J.; BARD, R. D. Implementação das metodologias ativas de
aprendizagem nos cursos presenciais de graduação. Revista Vincci, v. 3, n. 1,
p. 2-22, 2018.

MATTAR, J. Metodologias Ativas para a educação presencial blended e a
distância. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

ZWICKER, M. R. G. A aprendizagem ativa e o cérebro: contribuições da
neurociência para uma nova forma de educar. In: SANTOS, C. M. R. G.;